A SAGA DOS SUMÉRIOS

Erudu - 1ª Cidade edificada na Terra
INTRODUÇÃO

Quem criou Adão? Quem outorgou conhecimentos modernos aos Sumérios a mais de 4000 a. C.? Por quê os patriarcas bíblicos viveram tantos anos? Quais os acontecimentos registrados na Suméria antes do Dilúvio? Quem eram e como surgiram "os cabeças negras"?

Prezados leitores, essas e tantas outras perguntas enigmáticas pretendo responder com esta e as próximas matérias sobre "A SAGA DOS SUMÉRIOS", mas, não vou começar essa história fascinante recorrendo-me ao pouco ou quase nada do que se tem registrado da Suméria antes das descobertas arqueológicas do século XIX. Muito menos do que ainda é veiculado através da internet em vários sites destinados a descrever as histórias das civilizações antigas, mesmo depois de tais descobertas. Vou me apoiar em literatura extremamente especializada em desvendar mistérios e enigmas da nossa pré-história ou da história que ficou oculta no passado soterrada em cidades, templos, monumentos, túmulos e outras tantas construções que um dia, no passado longínquo, faziam parte de cidades que brilhavam ao sol. Vou valer-me, principalmente, de achados arqueológicos que vão desde textos registrados em tabuletas de argila a papiros, dos desenhos, esculturas e caracteres escritos nos túmulos de grandes reis, histórias de heróis guerreiros, de batalhas por conquistas territoriais e o mais importante, das histórias dos deuses que edificavam cidades, que nomeavam reis para governar essas mesmas cidades, das batalhas e guerras em que foram os principais artífices, guerreando uns contra os outros,  arrastando a civilização crescente para seus confrontos e de todo o  seu envolvimento com os povos daqueles tempos idos.

Mapa - Suméria
Começarei pelas descobertas de manuscritos, muitos deles cunhados em tabuletas de argila e outros que, civilizações antigas, registravam de várias formas e materiais.

Epopeia de Gilgamesh

Em consequência das escavações arqueológicas a partir de 1900 nas ruinas de civilizações antigas, muitas delas completamente ocultas, reduzidas a escombros devido a ação de guerras, enchentes e, principalmente, pela ação do tempo, em especial no território compreendido no Oriente Próximo, encontrou-se grande número de textos primitivos. Os achados revelaram, que se tratava dos chamados livros perdidos. Os historiadores e pesquisadores chegaram à conclusão de que tais textos eram os originais dos fragmentos descobertos em bibliotecas e templos de civilizações posteriores, sendo estes extensões dos originais. Descobertas que fizeram com que o mundo acadêmico tomasse conhecimento de histórias épicas como a “EPOPEIA DE GILGAMESH” que, entre os temas, revelava o debate entre os deuses que decidiam se deveriam ou não alertar a humanidade sobre o grande dilúvio que se abateria sobre a Terra. E pelo resultado que a Bíblia nos fez conhecer, os manuscritos nos revelam que tais deuses guardaram segredo e condenaram a humanidade a sua própria sorte. Um outro manuscrito descoberto denominado “EPOPEIA DE ATRAHASIS” contando a história   de um conflito entre um certo grupo denominado anunnakis (em sumérios: Aqueles que vieram do céu à Terra)” que trabalhavam em minas de ouro no sul da África e que levou os deuses a se reunirem para criar trabalhadores primitivos.

Epopeia de Atrahasis
E vocês sabem quem eram os chamados trabalhadores primitivos que tais deuses iriam criar para trabalhar em suas minas extraindo o ouro? Nós, os terrestres.

No mesmo território do Oriente Próximo, as escavações proporcionaram algo que deixariam os envolvidos de cabelo em pé. O que informava este achado?

Muitas vezes os próprios deuses escreviam suas composições sem a utilização de um escriba. “The Erra Epos” (em português: A Epopeia dos Deuses), outro manuscrito encontrado em escavações onde floresceu a civilização Suméria, narra os debates entre dois deuses que tentam incriminar um ao outro pela responsabilidade (Pasmem!) de desencadear uma catástrofe nuclear a uns 2000 a. C.

Mas, você deve estar se perguntando, em que esses achados estão relacionados Suméria?

Representação Suméria retratando o Diluvio
Foi através dessas epopeias que a investigação sobre a civilização suméria foi aguçada. Foi esses achados e outros de igual valor histórico que incentivaram estudiosos e arqueólogos, que os conduziram pelos caminhos que desvendaria e responderia aos muitos pontos de interrogações, principalmente, os contidos na Bíblia sobre vários relatos, principalmente os referentes a Shinar (termo bíblico para
Suméria).

Antes dos achados arqueológicos, eruditos davam como certa e definitiva que as raízes da civilização ocidental moderna estavam baseadas na Grécia e na Judeia do primeiro milênio, na Assíria e Babilônia no segundo milênio e no Egito no terceiro milênio a.C.  Traumatizados com o que se descobria a cada pá retirando entulhos e terra, a credibilidade científica de tais eruditos retrocedeu suas teorias para milênios a.C., para um tempo que até mesmos os Sumérios consideravam tempos antigos e a um tempo muito anterior a chamada era do Dilúvio.  

As tabuletas de argila encontradas em Nínive e outras que se revelaram, principalmente, em escavações no chamado vale fértil entre os Rios Tigre e Eufrates, trouxeram a luz do dia textos escritos ou registrados pelos Sumérios que foram copiados ou ditados por uma civilização extra terrena que aqui chegaram há 450 mil anos atrás.

Ruinas de Eridu
Resumidamente, pois mais adiante abordarei profundamente este assunto, os Sumérios afirmavam que astronautas de um planeta chamado Marduk chegaram à Terra em busca de ouro. Não queriam ouro para fazer joias e saciar suas vaidades e sim, por uma questão de absoluta sobrevivência, para curar a fraca atmosfera de seu planeta. Os escribas sumerianos informam que um grupo de 50 astronautas foram os primeiros a chegar e estes foram denominados anunnakis, cujo a tradução é, literalmente, “aqueles que vieram do céu à Terra”. Sua nave aterrissou no

E.A/EN.KI - Astronauta e Cientista 
mar arábico e logo depois atingiram o alto do Golfo Pérsico, estabelecendo-se e construindo o que viria a ser a primeira cidade edificada em solo terrestre batizada com o nome ERIDU “Lar Longínquo”. O comandante deste primeiro grupo era um ser de aproximados 2,90 metros de altura, engenheiro e cientista de grande conhecimento que, segundo os sumérios, nas horas vagas divertia-se pescando e navegando pelos mares, seu passatempo preferido. Chamaram-no de E.A., “Aquele cujo a casa é água” e sua descrição retratada em desenhos ou
estatuetas era de um protótipo aquariano. Mais tarde, por ter liderado a
aterrisagem na Terra, ganhou o epíteto de En.ki “Senhor da Terra” e como todos os deuses representados pelos sumérios, a principal característica de En.Ki era um enfeite de cabeça ostentando chifres. Provavelmente tal representação derivará do que vestia os visitantes ao serem observados pelos nativos sumérios, ou seja, capacetes e uniformes de astronautas. Apesar das representações sumerianas para os chamados deuses daquela época, é importante frisar que os sumérios não os tratavam como deuses. Eles os consideravam apenas visitantes na Terra. Sabiam e haviam constatado que estes eram poderosos por sua tecnologia avançada e conhecimentos gerais. Somente tempos depois, por intermédio do paganismo, que a noção de seres divinos foi introduzida em nossa
DIN.GIR
linguagem e pensamento.  Os sumérios os chamavam DIN.GIR “os virtuosos dos foguetes espaciais”. Este termo era representado por letras-figuras que lembram um foguete e uma cápsula ou modulo espacial. 
Ashurbanipal
Rei Assírio

Um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos foi a biblioteca do rei 
Ashurbanipal em Nínive, que continha, aproximadamente, 25 mil tabuletas de argila organizadas por assunto. Assurbanipal era um rei tido como culto e colecionador de textos antigos ou qualquer escrita que chegava em suas mãos. Ele ordenava a seus escribas que copiassem e traduzissem todos os textos que via. Em alguns casos ou na falta de material para saciar a sua sede cultural, ele mandava seus subalternos viajar pelo mundo conhecido a procura de textos que estes copiavam e traziam para compor sua fabulosa biblioteca. Naquela época, os escribas, além de copiar e traduzir tais textos, identificavam e catalogavam a origem dos textos recebidos. Este trabalho proporcionou, ao nosso moderno mundo, conhecer civilizações antigas, facilitando a pesquisa, o trabalho e a procura por informações de nossa história.
Nínive - Assíria

Algumas destas tabuletas de argila encontradas em Nínive, haviam várias que indicavam sua origem na Suméria. Achou-se a indicação em 23 delas que terminavam com a numeração das tais seguida do seguinte comentário: “linguagem de Shumer (Suméria) não modificada”.


O próprio rei Assurbanipal dizia que “... O deus dos escribas concedeu-me a dádiva do conhecimento de sua arte. Fui iniciado nos segredos da escrita e posso até ler tábuas complexas em sumério. Compreendo as palavras enigmáticas gravadas em pedras nos dias que antecederam ao Dilúvio...”.     

Nota de venda de uma casa
em Shurrupak - Suméria
Esses achados anunciaram ou fizeram conhecer o povo Sumério, cujo conhecimento e evolução estava muito à frente de sua época. Tabuletas de argila, devidamente indicadas pelo eficiente trabalho dos escribas em Nínive, informavam que os sumérios dominavam e legislavam em vários assuntos, tais como: contratos comerciais, sentenças de tribunais, casamentos, registros de heranças, informações geográficas, matemáticas, formulas médicas, leis de um modo geral e histórias das famílias reais. Podia se ler também em tais tabuletas, narrativas épicas, contos da Criação, provérbios, textos filosóficos, canções de amor e outros tantos textos que constituíram uma herança literária que foram utilizadas posteriormente pelos assírios, babilônios e vários povos localizados na Ásia Central. E por mais que não possamos acreditar, os sumérios tinham conhecimento sobre assuntos celestiais, listas de constelações e estrelas, informações planetárias, tabelas astronômicas, listas de deuses, suas famílias e atributos, tarefas e funções por deuses comandados por outros deuses maiores ou deuses aqui da Terra e deuses lá do céu. Os sumérios associavam os deuses do céu aos 12 meses, as 12 constelações do zodíaco e aos 12 corpos celestes do nosso Sistema Solar que eles 
conheciam muito bem. Tudo a mais de 4000 a. C.

Ruinas de Eridu

Como uma civilização tão antiga pode ter chegado a um nível tão alto de conhecimento? As respostas está em que ou quem os doutrinaram e, acredito, até os criaram. Não há registros plausíveis quanto ao aparecimento dos chamados “Cabeças Negras” (sumérios). Certamente algo aconteceu para leva-los a condição de altamente civilizados que os mantem vivos até hoje, devido a herança que deixaram. Mas, isto será um assunto que falaremos na próxima publicação...

 


vários enigmas e relatos que A SAGA DOS SUMÉRIOS revelará. Não percam...


Fontes: Fatos e Fotos

Wikipédia, 

O Caminho para o céu, O livro perdido de En-ki e O 12º Planeta- Zacharia Sitchin

Deuses, Túmulos e Sábios - C. W. Ceram

A Bíblia Sagrada - Sociedade Bíblica do Brasil







 


  

 

     

 

 

Comentários

  1. Oi boa tarde. Tudo bem? Sou brasileiro, carioca e quero apresentar o meu Blogger de Viagens e turismo. Novos amigos são bem vindos, não importa a distância. Gostaria de lhe convidar a seguir o meu Blogger. Sou o seguidor número 14.

    https://viagenspelobrasilerio.blogspot.com/2020/11/museu-casa-do-pontal-vii-rio-de-janeiro.html?m=1

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  2. Beleza, vamos nos seguir... Bom domingo irmão... Forte abraço.

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  3. Arrasando nas matérias. Sempre com maestria e sabedoria. Parabéns ao profissionalismo de Renato Galvão em nos proporcionar grandes conhecimentos. Sucesso!

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