A Saga dos Sumérios - A busca pelo ouro - Ep 07 - 1T

Céu de Nibiru - RG

A “Missão Terra” só foi possível devido a fuga desesperada de Alalu. Certamente se o rei deposto não tivesse usado seus conhecimentos referentes a grande colisão entre Nibiru e seus satélites naturais contra Tiamat e a rota que ele mesmo forjara usando armas nucleares (Armas de terror, segundo os Sumérios), dificilmente os Annunakis teriam cogitado a exploração do Sétimo Planeta (Terra), principalmente pelas catástrofes registradas em seus anais com suas naves tentando explorar a Via Láctea, mais precisamente o nosso Sistema Solar. Inúmeras naves e vidas foram perdidas na busca pelo metal que, segundo seus cientistas, salvaria a atmosfera doente de Nibiru. Somente numa de suas investidas em busca de ouro, cinquenta vidas foram ceifadas e três de suas poderosas naves exploradoras perdidas. Este acontecimento era lembrado por todos e marcou a era de explorações dos habitantes do Planeta Vermelho com muito sofrimento. Mas, Alalu sabia que quando Tiamat foi partido ao meio, criou com uma de suas metades, um novo planeta e este herdara suas riquezas, principalmente os veios de ouro. Embora os conhecimentos de Alalu o trouxesse a Terra, se caso ele estivesse errado quanto a possibilidade de encontrar ouro, provavelmente teria amargado a solidão num planeta diferente com perspectivas de vida hostil, independente de todo seu conhecimento. Certamente seria dado como morto em seu planeta e teria que fazer do Planeta Terra sua nova morada, pois seu retorno a Nibiru, nunca seria possível. Ninguém em Nibiru iria engendrar qualquer missão de resgate se não fosse a descoberta do rei deposto da abundância de ouro no Sétimo Planeta.

A criação dos meses, ano e estações na Terra...

Antes de descrevermos as providencias tomadas por Ea e os trabalhos executados para encontrar o metal precioso nos pântanos, nas lagoas e mares da Terra, vamos informar como surgiram os meses, as estações climáticas e o ano propriamente dito na Terra. 

Fases da Lua - Foto Divulgação
Ea com o peso nas costas pela obrigação de encontrar ouro suficiente para curar a atmosfera de seu planeta, diante das notícias que de lá vinham sobre a fome de seu povo causada pela escassez de alimentos, caminhava pelas margens do pântano tentando buscar uma solução rápida e eficaz para resolver o problema. Porém, ao anoitecer, via com olhos admirados, a beleza, o brilho da majestosa lua que o consolava. Passara a admira-la por todas as noites. Ele já havia iniciado estudos quanto ao movimento lunar e anotara suas fases quando esta subia e baixava. Assim, chegou à conclusão que tais movimentos e aparições cumpria um ciclo de tempo ou dias. Denominou como mês à sua volta. Ea notou que ao começo do mês, durante seis dias, a lua mostrava seus raios luminosos, lua cheia. Sua meia coroa (Crescente) anunciava o chamado sétimo dia, o dia eleito para o descanso, domingo. O “Hábil Criador” notara e estudara que a lua na metade de seu caminho se distinguia por sua plenitude e brilho, logo depois se detinha para começar a diminuir. De acordo com o percurso do Sol, Ea observava a volta da Lua, via sua face revelada de acordo com o movimento de translação da Terra. Fascinado com suas observações dos movimentos da nossa Lua, ele
Sol - Foto Divulgação

admirava a ligação entre Kingu (Lua) e Ki (Terra). Em sua mente perguntas se formavam “... A que propósito servia essa ligação? Que sinal celeste estava dando?...”. E assim, Ea/Enki/Nudimmud, determinou a volta da Lua e nomeou como Mês tal volta. O sábio Annunakis (aqueles que vieram do céu à Terra) também observou o Astro Rei e descobriu que a cada seis meses uma nova estação era dada a Terra pelo Sol. Batizou tais estações com o nome de Inverno e Verão respectivamente. Após a passagem dos meses de inverno e verão, Ea denomina essa passagem de Ano (Seis meses de inverno somados a seis meses de verão), concluindo que este era o tempo que a Terra levava para completar sua volta em torno do Sol.
Verão/Inverno - Foto Divulgação
Prezados Leitores, reparem que Ea não denomina as estações do outono e primavera. Provavelmente, naqueles tempos, na Terra, só havia seis meses de inverno e seis de verão. Somente depois da última deglaciação (aproximadamente de 10 a 12 mil a.C) foi que surgiu outras duas estações climáticas na Terra, o atual outono e a primavera. Antes da deglaciação, o gelo cobria em torno de 35% das extensões de terra e 35% dos oceanos. Nos dias atuais estes números reduziram bastante, pois apenas 10% da área total do planeta está coberta pelo gelo, maioria localizada nas regiões polares como a Antártida e a Groenlândia.

A mineração...

Mineração em Abzu (África) - Foto Montagem - RG
Após a edificação de Eridu, Ea voltou todos os seus esforços e atenção na busca do ouro, meta principal da Missão Terra. Um grande aparato mecânico e tecnológico já havia sido engendrado por ele, ainda em solo nibiruano, para executar os trabalhos de mineração. Ea ordena a sua equipe que ative os motores da nave (Pedras de fogo - descrição Suméria). Estes motores executavam o papel de alimentar o chamado pelos Sumérios de “o que suga a água” e “o que cospe a água”. Naturalmente se tratava de um engenho avançado de mineração que retirava das águas os metais e devolvia essas mesmas águas ao pântano, lagoas ou mares. Provavelmente aí se tem a primeira notícia de mineração em solo terrestre. A descrição deste aparato feita pelos Sumérios, nos dá informações de como fora feita a mineração nas águas das lagoas e pântanos aproximadamente 450.000 anos atras: “... Do carro (nave), estendeu-se O que Suga Água, inserido nas águas pantanosas. As águas se introduziram em um recipiente de cristais, das águas, os cristais do recipiente extraíram tudo o que fosse metal. Depois, do recipiente, O que cospe devolveu as águas para a lagoa dos peixes...” e acrescentam “... O artefato de EA era engenhoso, realmente era um Hábil Criador (Nudimmud)...”.

Ruínas de Mineração antiga na África - Foto Divulgação
Porém e apesar dos esforços engendrados durante uma semana de trabalho, os resultados não foram satisfatórios. A quantidade de ouro encontrada era irrisória para a necessidade dos Annunakis. Havia farta quantidade de ferro, cobre e outros metais, porém, mínima quantidade de ouro extraído das águas. Ea e Alalu, no sétimo dia, contabilizaram os resultados da mineração. Várias espécies de metais foram separadas e levadas para terra. Porém, para decepção de todos os envolvidos na missão, constataram que de ouro era a menor pilha. Por meses separaram-se as águas dos metais. Um ano na Terra havia se passado. No final deste primeiro ano de mineração, a decepção continuava, o ouro obtido ainda era insuficiente para enviar a Nibiru, não resolvia suas necessidades urgentes para sanar ou curar a grande fenda na atmosfera do Planeta Vermelho. Ea toma a decisão de explorar as águas dos oceanos. Ordena que a nave seja movida para a enseada do Golfo Pérsico onde havia pousado originalmente. Removeram-se as amarras que mantinham a nave ancorada às margens dos pântanos. Com a mineração nas águas dos mares, a quantidade de ouro subiu na contagem. Ea entra em contato com seu planeta e transmite ao seu pai o resultado de um ano de mineração. As palavras de Ea foram recebidas pelo soberano com muita alegria. Mas o que não lhe foi transmitido é que não havia ouro suficiente para resolver em definitivo o problema que tinham. Ao perguntar pelo ouro, Anu obteve de Ea respostas insatisfatórias. Anu sugere que se continue por um ano a mineração, pois em sua orbita em torno do Sol, Nibiru se aproximaria da Terra no ano seguinte. Quando o Planeta Vermelho se aproximasse da Terra, o ouro deveria ser entregue a Nibiru.

Golfo Pérsico - Tentativas Annunakis de achar ouro - Foto Divulgação
Apesar do empenho de todos, o ouro encontrado continuava a não satisfazer seus mineradores. Ea ordena que se extraia partes da grande nave para montar um veiculo pequeno que os elevassem aos céus, afim de explorar os territórios da Terra em busca do ouro. Ea tinha o coração e a mente apreensiva diante dos resultados da mineração. Abgal, experiente piloto, recebeu a responsabilidade para guiar a pequena nave (os Sumérios chamaram essa pequena nave de “Câmara Celeste”). Ea e Abgal, voam pelos territórios da Terra para conhecerem melhor o planeta na esperança de encontrar um veio de ouro que pudesse ser explorado e enviado em quantidades satisfatórias à Nibiru.  Voaram sobre as grandes montanhas, extensos rios, vales, estepes e florestas que se estendiam abaixo da nave. Viram vastas terras separadas por oceanos, extensas geleiras e desertos constatando a grande diversidade de flora, fauna e recursos naturais bem abaixo de seus pés. Enquanto admiravam as tantas belezas contrastantes, o radar da pequena nave com seus raios buscava o metal precioso.

Ea esconde as armas de terror...

Achados arqueológicos. 
Réplica em ouro de veículos espaciais que provavelmente tenham pertencido a uma civilização que aqui chegou no longínquo  passado da Terra. Segundo estudiosos, estes seriam modelos de naves guerreiras dotadas com as tais armas de terror, a nave de Alalu. Eram naves pequenas, extremamente rápidas cabendo apenas piloto e copiloto ou artilheiro.
 
A situação estava ficando desesperadora, não obtinham resultados suas pesquisas, exploração do planeta e muito menos, a mineração nos oceanos. Enquanto isso, a impaciência crescia em Nibiru e as dúvidas surgiam. “... O ouro pode oferecer proteção?...”, se indagavam. Havia protestos do povo cobrando providencia para sanar a fome de todos. Nesta altura, os campos já haviam se tornado totalmente estéreis. O sofrimento do povo era desesperador. Anu ordena que o ouro seja reunido e colocado a bordo da nave que levara Alalu ao Sétimo Planeta. Mas o que Anu não sabia é que a nave de Alalu era equipada com as tais armas de terror e para Ea, este era mais um problema que lhe tirava o sono. Porém, Ea tomou a decisão, juntamente com Abgal, de retirar as armas e levar para um local seguro e escondido dos demais integrantes da tripulação e, principalmente de Alalu. Durante a noite, Abgal estaciona a pequena nave construída por ele a mando de Ea, juntos desmontam o mecanismo de armas da nave guerreira e retiram os artefatos atômicos. Os dois elevam a pequena nave e partem em destino a um local previamente acordado entre os dois para esconder as armas. Pouco antes do amanhecer, os dois retornam com a missão cumprida e com a certeza que ninguém iria usar aquelas armas no céu ou na terra. Ledo engano, o futuro mostraria aos dois que tais armas causariam muita destruição na Terra.

O primeiro carregamento de ouro para Nibiru...

Passagem de Níbiru pela Terra - Concepção Artística - RG
Ea ordena a Anzu o reparo da nave de Alalu, pois esta levaria para Nibiru o ouro conseguido naqueles anos na Terra. Anzu após reparar a nave, sente a falta das armas de terror ao examinar os canhões do veiculo de guerra e reprogramar o computador de borda da nave guerreira. Irritado, indaga de Ea o paradeiro de tais armas. Ea lembra-lhe do perigo das armas dizendo: “...É um perigo utilizar estas armas... jamais deverá ser usada nem nos céus nem nas terras firmes...). Por outro lado, Anzu argumenta que seria um perigo atravessar o Bracelete Esculpido (Cinturão de Asteroide) sem elas e sem os canhões propulsores de água. Anzu se mantém irredutível diante dos argumentos. Todos tinham a responsabilidade de entregar em Nibiru o ouro garimpado e diante daquele impasse, essa entrega fora ameaçada de não acontecer. Porém, Abgal, piloto de Ea, toma a palavra e anuncia: “... Eu serei o piloto, enfrentarei os perigos bravamente...”. Diante da atitude de Abgal, Ea e Alalu o saúdam e o abraçam. Comunicado a Nibiru a mudança de piloto, os astrônomos determinam o dia em que Abgal deveria partir da Terra com destino a Nibiru. Assim os cestos contendo o ouro salvador foram colocados na nave e no dia marcado, Abgal ocupa o assento de comando e recebe de Ea as chamadas Tabuletas do Destino de sua própria nave e diz: “... Será para ti O que Mostra o Caminho (programa de voo a ser inserido no computador de bordo), com ela encontrarás um caminho aberto...”. E assim descreve os Sumérios: “... Abgal ativou as Pedras de Fogo (motores) do carro; seu zumbido soava como música... Ativou o Grande Operador (computador) do carro que emitiu um brilho avermelhado ... Então com um rugido, o carro subiu aos céus...”.

A chegada do ouro em Nibiru...

Foto Ilustração - RG
Após a nave alçar voo, comunicações foram feitas com o espaço porto em Nibiru transmitindo a mensagem de que Abgal estava a caminho. Enquanto isso, Abgal conduzia a nave com habilidade de um veterano piloto interestelar. Fez a nave circundar a Lua por três vezes para ganhar velocidade com a força de sua gravitação. Percorreu mais de dez mil léguas para chegar até Lahmu (Marte) e repetiu o mesmo movimento de circulação anterior, impulsionando a nave velozmente. Percorreu o caminho sem nenhum transtorno, avistando em seguida o Bracelete Esculpido. Ali sua atenção deveria ser redobrada e toda sua capacidade intelectual deveria ser usada. Habilmente, acionou os cristais que compunha as tais Tabuletas do Destino, introduzidas no computador de bordo, assistindo a nave atravessar os atalhos que a levaria para o outro lado do Cinturão de Asteroide sem se quer sofrer um arranhão das rochas que flutuavam nervosamente a uma certa distância segura do veículo espacial. Após atravessar o cordão de rochas, a nave recebe os sinais transmitidos de Nibiru pela base de observação localizada no espaço porto. Abgal enxerga em meio a escuridão do espaço, o brilho avermelhado de Nibiru “... um espetáculo a ser visto!...”. Ali, a partir daquele ponto, a nave passa a ser orientada pelos sinais vindos do Planeta Vermelho “... para casa, para casa era a direção...”. 
 
Abgal circunda por três vezes seu planeta natal freando e diminuindo a velocidade do veículo. Quanto mais se aproximava da atmosfera de Nibiru, mais nítida e real se mostrava a grande fenda causadora de todos os males à natureza e ao povo do Planeta vermelho. O pouco ouro que trazia, fazia com que pensasse na inutilidade de dois anos terrestre de mineração para obter apenas um punhado do metal salvador e que, provavelmente, não resolveria o problema. Entrou na Atmosfera e viu a nave se incandescer e provocar um calor insuportável em seu interior. Com sua habilidade, Abgal desdobra as asas da nave para controlar sua descida. Ele avista o espaço porto com dezenas de naves estacionadas, paradas, estagnadas a uns trinta centímetros do piso avermelhado, uma visão das mais convidativas para aquele viajante. Suave e vagarosamente, Abgal desce a nave no local selecionado por raios vermelho. Abriu a porta da nave e se espantou com a recepção. Centenas, milhares de seres foram reverencia-lo, assim como toda a corte e seu Rei Anu. O Soberano caminha em sua direção, abraça-o pronunciando palavras de boas-vindas. O pessoal da frota espacial tratou de retirar e carregar os cestos contendo ouro até ao palácio que abrigava o reinado e sua assembleia. Assim diante da Assembleia, o soberano Anu pronuncia seu discurso : “... A salvação está aqui! disse-lhes...” (político é tudo igual...rsrs).

Bem, minha gente. No próximo episódio narraremos os acontecimentos que desencadearam com a chegado do ouro da Terra em Nibiru. Falaremos sobre a primeira visita do Soberano Anu à Terra, A chegada de Enlil, meio irmão de EA, a divisão dos territórios da Terra, a luta entre Anu e Alalu pelo trono de Nibiru em solo terrestre e a definitiva e catastrófica criação de dois clãs que só trarão para nosso Planeta problemas e rivalidades. Não Percam! 

Fontes:

Wikimídia

Literatura: "O Livro Perdido de Enki" - Zecharia Sitchin, "Deuses, Túmulos e Sábios" - C. W. Ceran, "Ramayana" - Willian Buck 


 

 COLETÂNEA PALAVRA EM AÇÃO

Edital e Formulário, acesse:

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ou envie mensagem para:

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Comentários

  1. Amei a matéria, fiquei sabendo aqui sobre as duas principais estações inverno e verão
    Vindo somente depois ter o outono e primavera ❤️👏👏👏👏👏

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