A Saga dos Sumérios - Abzu: O lugar de Nascimento de ouro - Episódio VIII - 1ª Temporada


O ouro entregue em Nibiru, apesar da pouca quantidade, proporcionou a conversão do mesmo no mais fino pó e naves pulverizaram a atmosfera doente do planeta. Por um Shar (ano nibiruano) durou o processo por outro continuaram os testes. O resultado trouxe alegria a toda população do planeta e seus governantes, pois, onde havia uma fenda na atmosfera, agora estava fechada, curada. Todos contavam com a abundância de alimentos nas terras e campos. O Soberano Anu, transmitiu a seus súditos na Terra palavras eufóricas, fazendo-os saber que as experiências tinham dado certo: “... O ouro traz a salvação! A extração do ouro deve continuar!...”. Mas, todavia, quando Nibiru aproximou-se do Sol, o pó de ouro foi dissipado pelos raios solares e novamente a abertura na atmosfera do planeta surgiu e dessa vez, em maiores proporções que a anterior, tornando-se muito maior.

Confusão no Palácio Real, assembleia reunida para decidir quais as providencias deveriam ser tomadas. Anu ordena que Abgal retorne à Terra. Juntou-se ao piloto um considerável número de nibiruanos com destino a Terra. Na nave, acomodaram aparelhos sofisticados de mineração que os Sumérios descreveram como “O que suga as águas” e os “Expulsadores”. Nungal, piloto pessoal do rei, foi ordenado por este a acompanhar Abgal para ajudá-lo na condução ou pilotagem da grande e pesada nave.

Ruínas de Eridu - Foto - Divulgação
Eridu (atual Tel Abu Xarém) Ruínas do que foi a cidade na Suméria, no sul da  Mesopotâmia, hoje situada na província de Dicar no Iraque. Foi pensada e criada pelos deuses e foi a casa do deus EnKi. Recebe destaque na mitologia Suméria como primeira cidade do mundo e morada dos deuses Anunnakis (aqueles que desceram dos céus à Terra). Sua ruínas estão entre as mais antigas da região.


Em Eridu, Abgal foi recebido com grande alegria pela primeira tripulação de extra Terra que, juntamente com ele, havia chegado ao Sétimo Planeta. Dessa vez a nave trazia um contingente igual ou superior ao número de integrantes da primeira expedição. Com a chegada de Abgal e os novos equipamentos, iniciou-se o garimpo em busca do ouro nas águas. Dúvidas povoavam os pensamentos de Ea e de Alalu. Os dois conversavam sobre o assunto e se perguntavam: “... Se a Terra, a cabeça de Tiamat, foi cortada na Batalha Celestial (Colisão entre Nibiru e seus satélites naturais contra o Planeta Tiamat), onde estava o pescoço, onde estavam as veias de ouro que foram cortadas...” e herdadas pela Terra? Caminhando às margens do pântano, Ea refletia sobre as novas obras hidráulicas para encontrar ouro em abundância e as preocupações lhe tiravam o sono. “... Onde estavam as veias de ouro das entranhas da Terra se mostrando?...”

Novamente Ea engendra viagem sobre montanhas e vales da Terra separados pelos oceanos em sua

Concepção Artística de Eridu - Divulgação
pequena nave, varrendo os territórios com o equipamento chamado “Raio Explorador” pelos Sumérios. Mais uma vez, Ea constatou que onde as terras secas se separaram em duas, revelavam o interior, onde a massa de terra ganhou a forma de um coração, na referida parte interior. Ea, conclui que as veias douradas das entranhas da Terra eram abundantes. Batizou esta região com o nome Abzu, O Lugar de Nascimento de Ouro.

Ea, transmite suas conclusões ao seu pai Anu, Rei do Planeta Vermelho: “... A Terra está cheia de ouro; das veias, não de suas águas, terá de se conseguir o ouro... De uma região do oceano, Abzu será chamada, pode-se conseguir ouro em abundância!...”.

No Palácio real, onde reuniu-se em assembleia as principais figuras do reino, as palavras de Ea foram transmitidas. A descoberta de Ea no Sétimo Planeta sobre o recém batizado continente, causou grande assombro aos sábios e conselheiros, porém, acreditaram e consideraram as palavras do filho de Anu. Ali todos tinham como prioridade a obtenção do ouro, pois só este podia salvar-lhes as vidas como o seu planeta.

Sob título "DESCOBERTAS AS MINAS DE ABZU", o site "INTERVENÇÃO ANUNNAKIS", publicou matéria referente aos estudos e descobertas do "... pesquisador Sul Africano Michael Tellinger, e seu parceiro, Johan Heine, descobriu-se que as ruínas de uma civilização desconhecida ainda primitiva poderia ser muito mais velha do que a princípio se imaginou. As estimativas são expostas pelo arqueólogo, seria uma grande cidade, com uma área de cerca de 35.000 quilômetros quadrados, com idade estimada entre 160.000 a 200.000 anos. O local teria sido muito rico em minas de ouro, o qual assume que seria uma antiga cidade mineira. Recursos que mantêm uma coisa em comum com a história contada pelas tábuas Sumérias. Na verdade, o famoso Zecharia Sitchin, traduziu uma delas, e lá é descrito que pessoas que vieram do céu, os Anunnaki, fundaram uma grande cidade, o território hoje ocupado pela África do Sul, a fim de trabalhar na mineração de ouro...". A reportagem completa, publicada por Hudson Lima, você poderá ler na íntegra acessando o site https://intervencaoanunnaki.wordpress.com/2018/03/15/descobertas-as-minas-de-abzu/ . Vale a pena conferir. 

Uma calorosa discussão iniciou-se, pois, apesar de toda sua tecnologia, extrair ouro das águas era relativamente fácil de acordo com os engenhos criados por Ea, mas retirar o ouro das entranhas da terra, eles nem mesmo tinham know how para isso. Mas, na assembleia uma voz se fez ouvir. Era Enlil, um príncipe, filho de Anu e meio irmão de Ea. Enlil era o comandante supremo das forças militares do Planeta Vermelho e havia se oposto a aproximação de Ea e Alalu, mesmo conhecedor das leis de seu planeta que dava o status de filho àquele que desposava a filha de um soberano, assim foi o que aconteceu com Ea. Enlil por diversas vezes, discordava da maneira pacífica que seu meio irmão resolvia os problemas. Por ele, uma tropa armada deveria ir ao Sétimo Planeta e capturar Alalu para que este fosse julgado e condenado a morte em Nibiru. Talvez este tenha sido o principal motivo da fuga de Alalu para o Planeta Terra. Então, Enlil exaltado pronuncia-se diante da assembleia: “... Primeiro Alalu, então seu filho por matrimônio, Ea, nas águas puseram todas as suas esperanças; asseguraram a salvação pelo ouro das águas, Shar após Shar, todos esperamos pela salvação. Agora escutamos palavras diferentes, empreender uma tarefa além do imaginável. São necessárias provas das veias douradas. Um plano para se obter sucesso deve ser assegurado!...”. Assim Enlil discursou diante da assembleia colocando mais lenha na fogueira dos indecisos sábios. Porém, o Soberano Anu, toma uma decisão que traria para a Terra a rivalidade entre os clãs de Enlil e Ea com consequências catastróficas para o nosso mundo. Ordena Anu: “... Que Enlil vá à Terra! Que obtenha provas, que apresente um plano. Suas palavras serão levadas em consideração, suas palavras serão ordens!...”. Assim a assembleia corroborou a declaração de Anu e os preparativos para a viagem de Enlil foram rapidamente iniciados.

Enlil convocou seu chefe-tenente Alalgar, dando-lhe a responsabilidade de pilotar a nave. Duas pequenas naves, as chamadas câmara celeste pelos Sumérios, foram acopladas na nave mãe. Enquanto isso, a comunicação do espaço porto transmitia à Terra as novas ordens de Anu: “... Enlil estará a mando da missão, sua palavra será ordem!...”.

Enlil foi recebido na Terra por um cálido abraço de seu meio-irmão Ea. Porém, apesar das reverencias de Enlil, Alalu o recebe friamente. A tripulação baseada na Terra, deu boas-vindas ao novo comandante. Criou-se uma certa expectativa, pois esperavam muito de Enlil. Assim, após as boas-vindas, inteligentemente, Enlil ordena que se monte as pequenas naves, ele queria conhecer os territórios informados por Ea. Ea e Enlil embarcaram em suas naves e tomaram a direção de Abzu. Exploraram as terras secas e dos oceanos anotaram suas características, sobrevoaram as terras entre o que eles chamavam de mar superior e inferior. As câmeras de auto resolução de suas naves fotografaram o que havia acima e abaixo das terras. Em Abzu realizaram testes em materiais recolhidos do solo e principalmente, o referido solo e encontraram ouro, muito ouro misturado a terra e rochas. No retorno a Eridu, os meios irmãos refletem sobre suas análises e Enlil decreta: "... Eridu merecerá novas tarefas, não pode continuar sozinha na Terra!...". Em seguida descreve seus planos, propondo uma grande missão. Anunciando que traria mais seres e fundará novos assentamentos ou cidades com objetivo de garimpar o ouro do solo da Terra, separando-o das rochas e do solo de Abzu para depois enviá-lo em grandes naves ao Planeta Vermelho. E ainda acrescenta que seu plano incluía um local para aterrissagem das naves, uma espécie de espaço porto.

Ea, Alalu e Anzu, até então calados, ouviam os planos exposto por Enlil, porém, dúvidas formaram-se em suas cabeças, principalmente por saberem que Enlil era um ambicioso e inescrupuloso oficial da Armada Real. Conheciam suas atrocidades e seus meios para manter a ordem no seu planeta natal. Então perguntam: "... Quem estará a mando dos assentamentos, quem estará a mando de Abzu?... " Arguiu Ea. "... Quem comandará a Eridu ampliada, quem fiscalizará os assentamentos?..." Perguntou Alalu. Logo em seguida Anzu, comandante da tripulação que chegara a Terra juntamente com Ea, seu superior e rival de Enlil, pergunta: "... Quem comandará as naves celestiais e o lugar de aterrissagem?...". Enlil astuto e sabedor da insatisfação da assembleia e de toda a corte com os resultados da mineração de ouro nas águas do Sétimo Planeta, respondeu-lhes deixando transparecer um sorriso na face: "... Que venha Anu à Terra, que ele tome decisões!...".

Enlil era ávido por poder e glória. Discordava da atitude de seu pai, o Rei, em conceder a Ea a possibilidade de herdar o trono. Enlil era filho do casamento real legitimo, Ea era filho de Anu com uma concubina e seu primogênito. Pelas leis de sucessão de Nibiru, ambos poderiam herdar o trono. Assim instalou-se uma grande rivalidade entre as famílias ou clãs de Ea e Enlil. Essa rivalidade se tornaria mais forte com a chegada de filhos e filhas de ambos e trariam muitas guerras por territórios e poder de mando por toda a Terra. 

Com anunciada visita de Anu a Terra, um verdadeiro aparato de segurança e obras foram engendrados por todos. Pequenas embarcações de juncos foram construídas pela tripulação e seus superiores. Novas instalações residências foram erguidas para receber o Rei e sua comitiva. Nas águas junto aos pântanos, pousou a grande nave. Do ponto de aterrissagem, Anu foi conduzido ao assentamento em Eridu pela frota de barcos, onde a frente ia Ea, o primeiro a receber o Soberano. Acima de suas cabeças, quatro pequenas naves rodeavam, dando boas-vindas ao Rei e protegendo-o de um perigo inexistente, pois, na Terra, naquela época, os únicos inteligentes que aqui habitavam, eram eles mesmos, não havia perigo de ataques ou ameaças a integridade do Rei, mas...

Na praça em Eridu, tendo seu comandante Enlil à frente, toda tripulação perfilada, davam boas-vindas ao Rei. Enlil inclinou-se diante de seu pai. O Rei, o abraçou contra seu peito. Alalu a tudo observava, incerto do que fazer. Anu o saudou dizendo: "Abracemo-nos como camaradas!". Hesitando, Alalu adiantou-se e deixa-se abraçar pelo rival. Após as refeições, Anu retirou-se para sua cabana de juncos que Ea havia construido pessoalmente para seu pai. Guardas foram colocados em torno da construção para garantir o descanso e uma noite tranquila para o Soberano.

No dia seguinte, reuniram-se todos. Ea e Enlil apresentaram suas descobertas, discutiram sobre o que havia sido feito e que se deveria fazer para obter o ouro salvador. Porém, Anu, pede a todos que o deixem ver com seus próprios olhos as terras de Abzu. Naves conduziram Anu e seus filhos até Abzu, aterrissaram e ali conjecturaram sobre as dificuldades em extrair o ouro do solo de Abzu. Anu ponderou e disse aos seus filhos: "A extração de ouro será difícil!... É necessário obter ouro; não importa quão profundo seja , temos de consegui-lo!" e ordena: "Que Ea e Enlil criem ferramentas para esse propósito e que eles atribuem trabalhos aos heróis (atribuição Suméria para todos da tripulação). Que averiguem como separar o ouro da terra e das rochas, como enviar o ouro para Nibiru! Que se construa um lugar de aterrissagem, que se nomeiem mais heróis para as tarefas na Terra!". Após as palavras de Anu, a comitiva retornou a Eridu e reuniram-se com os demais na praça do assentamento.

Ea foi o primeiro a tomar a palavra e disse: "Eridu eu fundei, que se estabeleçam outros acampamentos nesta região. Que ela seja conhecida pelo nome de Edin, Morada dos Retos. Deixe pra mim o comando de Edin, que Enlil se encarregue da extração de ouro!". Ai aflorou a rivalidade entre os meios-irmãos. Enfurecido, Enlil se manifesta: "O plano de Ea é injusto!" e seguiu o militar, "Do comando e tarefas a realizar, eu sou o melhor, de naves celestiais, eu tenho os conhecimentos. Da Terra e de seus segredos, meu meio irmão, Ea, é conhecedor; Ele descobriu Abzu, que ele seja o senhor de Abzu!"

Os planos de Enlil era de montar um verdadeiro aparato militar para fiscalizar, controlar e direcionar a extração e envio do ouro. E o mais importante, queria isolar seu meio irmão nos confins de Abzu que era um território africano longe da Suméria. Assim, ele teria total poder sobre tudo que viria a ser construido na Suméria e em territórios vizinhos. O desejo de poder e glória era notória em suas palavras e ações. A discussão se prolongou diante dos olhos e da presença de Anu. Os irmãos eram de novo meios-irmãos, concluiu o rei. O seu primogênito e o herdeiro legal disputavam com palavras como se estas fossem armas. Silenciosamente enquanto assistia a disputa e rivalidade dos filhos, pensava. Ea era seu primogênito nascido dele e de um relacionamento com uma  concubina. Enlil, nascido posteriormente, foi concebido por Antu, sua esposa legal. Antu era meia-irmã de Anu, o que fazia de Enlil o herdeiro legal do trono e de Ea o segundo na lista de sucessão conforme as complicadas leis de matrimônio e sucessão do Planeta Vermelho. Anu temia que a rivalidade entre os irmãos colocasse em perigo a obtenção do ouro e decidiu que um dos dois irmãos deveria retornar ao seu planeta natal e que a sucessão deveria ser removida de quaisquer considerações das leis de seu planeta.

Com voz forte e alta, Anu interrompe a discussão e surpreende os dois arguindo: "Quem voltará para Nibiru para sentar-se no trono, quem mandará em Edin, quem será o senhor de Abzu? Entre os três, eu com vocês, as sortes determinarão!". O silencio foi total. O que tramava o Rei, o que queria dizer quanto "as sortes determinarão"? E o Soberano propõe: "Que se lancem as sortes! Que a decisão venha da mão do destino!". Por incrível que parece, o destino da Terra e de Nibiru seria decidido num jogo de palitos. Os três uniram as mãos, lançaram-se as sortes e por elas, decidiu-se as tarefas. Anu retornaria para o Planeta Vermelho onde deveria continuar no trono. O Edin ficou sujeito ao comando de Enlil e a Ea foi dado o comando, domínio dos mares e oceanos e assim governar as terras sob as barreiras das águas, para ser o senhor de Abzu e dar sequência na extração de ouro daquele continente. Assim concretizou-se a primeira divisão dos territórios na Terra, mas outras viriam num futuro próximo.

A decisão guiada pela sorte encheram os olhos de Ea de lágrimas. Não queria separar-se de Eridu e muito menos do Edin. "Que Ea conserve para sempre seu lar em Eridu! Que se recorde sempre que foi o primeiro a aterrissar! Que Ea seja conhecido como o senhor da Terra; Enki (En=senhor, ki=Terra), Senhor da Terra, seja seu título!", decretou Anu. Era tudo que Enlil queria, comandar Eridu, o Edin, as instalações do espaço porto, reinar nas adjacências dos territórios vizinhos a Suméria e, naturalmente, afastar o seu meio-irmão de suas futuras decisões. Enlil não perde a oportunidade de alfinetar Ea e declara, supostamente concordando com os decreto de seu pai: "Enki, Senhor da Terra, será a partir de agora seu título, eu serei conhecido como o Senhor do Comando...". "... As tarefas estão atribuídas, o sucesso está à vista! Agora posso me despedir de vocês  e retornar a Nibiru com o coração tranquilo...", disse Anu.

O nome Edin, segundo estudiosos e pesquisadores, poderia ser a primeira referencia aos Jardins do Éden e vocês verão o porque de acordo com o seguimento da história. Abzu, de acordo com as coordenadas registradas na mitologia Suméria, apontam para o continente africano. De fato, escavações arqueológicas trouxeram a tona da historia as descobertas de ferramentas, vestígios e até achados de restos humanos no que foi uma mina de ouro remontando a milhares de anos no passado da Terra. Essas descobertas podem corroborar as escritas Sumérias sobre a mineração praticada pelos Annunakis (Aqueles que vieram do céu à Terra) naquele continente. 

Bom, quando Anu preparava-se para partir, Alalu pôs-se à frente e aos grito diz: "Um assunto importante foi esquecido! O domínio da Terra foi atribuído a mim; essa foi a promessa quando anunciei a Nibiru a descoberta do ouro! Tampouco renunciei às minhas pretensões sobre o trono de Nibiru e é uma grande abominação que Anu compartilhe com seus filhos!". Surpreso, Anu ficou sem palavras no inicio, depois, enfureceu-se e bradou: "Que nossa disputa ( pelo trono de Nibiru) seja decidida em uma segunda luta, lutemos aqui, façamos agora!". Os dois se despiram e se entregaram a uma feroz luta. Alalu, naturalmente por ser mais velho, dobrou o joelho e caiu ao chão perdendo pela segunda vez a luta pelo trono de Nibiru ou soberania na Terra. Anu colocou seu pé sobre o peito de Alalu, declarando sua vitória e decidiu: "Pela luta se tomou a decisão; eu sou o rei , Alalu não voltará mais a Nibiru!". Mas, ao retirar o pé do peito de seu oponente vencido, descuidou-se e com a velocidade de um raio, Alalu levantou, puxou Anu pelas percas, mordeu-lhe e arrancou-lhe pedaços de sua virilidade e engoliu (!). Agonizando de dor, Anu lançou um grito pavoroso que ecoou nos vales, ferido, caiu ao solo. Socorrido por Ea e levado para sua cabana pelo seus súditos, Anu esbravejava palavras de maldição contra Alalu. Imediatamente Enlil sacou sua arma de feixes e aos gritos "Que se faça justiça" quis acabar ali mesmo com a vida de Alalu. Porém, Ea o impede gritando ao seu irmão ferozmente: "Não! Não! A justiça está dentro dele, em suas vísceras entrou o veneno". Assim, Alalu foi aprisionado numa cabana com os pés e mãos atados.

Essa é uma passagem dos escritos dos Sumérios no mínimo estranha e de difícil compreensão. Eles contam que após Alalu engolir pedaços da virilidade de Anu, passou a cuspir tais pedaços, porém suas vísceras se impregnaram com o sêmen de Anu. Descrevem que Alalu, como uma fêmea no parto, seu ventre começou a inchar.

Três dias se passaram para que as dores de Anu diminuíssem devido ao tratamento ministrado por Ea. Anu esboça o desejo de retornar para casa, antes, porém, queria liderar o julgamento de Alalu junto aos sete juízes escolhidos entre os oficiais da tripulação. Condenado a morte por unanimidade, somente uma voz ergueu-se para amenizar a sentença decretada pelos juízes, era a voz de Ea/Enki que se dirigindo a corte diz: "Embora o ato covarde de Alalu foi com o intuito de interromper a linhagem real de meu pai Anu, a morte a Alalu chegará por si mesma, o que engoliu em suas entranhas lhe trará a morte!". Calorosa confusão instalou-se na corte após as palavras de Enki. Anzu, um dos juízes, grita a todos: "Que Alalu fique na prisão pelo resto de seus dias  na Terra!". Anu após ponderar as palavras de seu filho e de Anzu, levanta-se e decreta a sentença: "Morrer no exílio, que essa seja a sentença". A declaração de Anu provoca surpresa aos juízes reunidos, não entendiam a benevolência do soberano. Porém, continua Anu "Nem na Terra nem em Nibiru será o exílio. No caminho há o planeta Lahmu (Marte), dotado de águas e atmosfera. A força de sua rede (força gravitacional) é menor do que a da Terra. Alalu será levado no carro celestial (nave mãe) quando eu partir da Terra, ele fará a viagem comigo. Daremos voltas ao redor do planeta Lahmu, proporcionaremos a Alalu uma câmara celestial (nave pequena de transporte) para que nela desça ao planeta Lahmu. Sozinho em um planeta estranho, exilado estará. Para que conte por si só seus dias até seu último!". Assim, Anzu foi escolhido para pilotar a pequena nave que deixaria Alalu em Marte e depois retornaria para a a nave mãe. Mas, um fato novo, iria surpreender o Soberano de Nibiru. A câmara celeste foi disponibilizada a Anzu e Alalu com a qual Anzu deveria deixar Alalu em Marte, voltar para nave mãe e seguir viagem para Nibiru na companhia de seu Rei. Porém, Anzu com reverencias fala a seu Soberano: "Pousarei com Alalu no chão firme de Lahmu. Não quero voltar para o carro celestial com a câmara celeste. Ficarei com Alalu no planeta estranho, protegerei-o até que morra. Quando ele morrer pelo veneno em suas vísceras, enterrarei-o como um rei merece. Quanto a mim, devo ter feito meu nome... Anzu, dirão, frente a tudo, foi companheiro de um rei no exílio. Viu coisas que outros não viram, em um planeta estranho enfrentou coisas desconhecidas... Anzu, dirão, até o final dos tempos, caiu como um herói...". Lágrimas brotavam dos olhos de Alalu, o espanto tomou conta do coração de Anu. "... Teu desejo será honrado...", disse Anu a Anzu acrescentando "... desde este momento, faço-te uma promessa. Pela minha mão levantada, eu faço este juramento: Na próxima viagem, um carro circundará Lahmu, sua nave celestial pousara até ti. Se ti encontrar com vida, serás proclamado Senhor de Lahmu. Quando se estabelecer uma estação de caminho , tu serás o comandante!". Por nove Shars Alalu foi rei de Nibiru, durante oito Shars comandou Eridu. No nono Shar encontro a morte em Lahmu (Marte).

Assim iniciou-se uma nova vida para aqueles que haviam chegado à Terra. No próximo episódio vocês conhecerão as providencias para extrair ouro, as cidades edificadas e a chegada de mais Annunakis para em definitivo, colonizar nosso planeta... Não percam!

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Eridu

https://intervencaoanunnaki.wordpress.com/2018/03/15/descobertas-as-minas-de-abzu/

https://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-4a-tabuleta/

O Livro Perdido de Enki e O 12º Planeta de Zecharia Sitchin


COLETÂNEA PALAVRA EM AÇÃO

Útimos dias! Inscreva-se!

Edital e Formulário, acesse:

http://drive.socialshare.top/ynzzirva

Ou enviae mensagem para 

jornal.alecrim@gmail.com

 

 

Comentários