Cleusa Piovesan: Escritora e Poetisa

Cleusa Piovesan - Escritora e Poetisa

Cleusa Piovesan é natural da cidade de São João no Paraná onde nasceu no dia 12 de maio de 1967. Atualmente reside em Capanema também no Paraná. É Mestra em Letras; Licenciada em Letras, Português/Inglês, em Pedagogia e Especializações em Linguagens, Códigos e Suas tecnologias; em Língua e Literatura.

 

 

A Coluna Dicas de Atividades Culturais do Jornal Alecrim, entrevistou a Escritora como parte dos eventos promocionais promovidos pela Assessoria de Imprensa da Coletânea Palavra em Ação, coletânea está, em que Cleusa Piovesan está inscrita e fará parte deste compêndio Literário Cultural. Vamos a entrevista...

Fale-nos sobre sua trajetória literária.

Comecei a publicar em coletâneas e antologias, até não poder custear as publicações. Iniciei compilando um trabalho que realizei com alunos em 2015 e, em 2016 organizei o livro NOSSA MÁGICA FÁBRICA DE SONHOS, patrocinado por empresas locais. Juntamente com esse, publiquei três livros autorais no mesmo ano, “NÃO DIGA QUE A POESIA ESTÁ PERDIDA, FRAGMENTOS e O CAUSO É BÃO? AÍ, VAREIA, NÉ! Em 2017, organizei o segundo livro, com os mesmos alunos e publiquei HAICAINDO N’ALMA, um livro de poemas sintéticos. Em 2019 escrevi um livro de contos sobre desencontros amorosos, intitulado DESCAMINHOS e em 2020, ECOS (DE) MENTES. Fui convidada a enviar uma obra para avaliação e posterior publicação, após a participação em coletâneas pela Editora Absurtos e duas pela Editora Leia Livros. UM TOQUE DE MAGIA, , uma história de amor em versos, e LITERATURA INSPIRA POEMAS, no qual escrevi um poema para cada livro lido, uma espécie de indicação de leituras. Além de ter participado de muitas antologias e coletâneas no Brasil, em Portugal e na Suíça. 


Como surgiu o gosto pela escrita?

Surgiu com o hábito da leitura, desde que me entendo por alfabetizada. Sempre fui uma leitora assídua, e isso me deu suporte para que eu pudesse iniciar minha trajetória como escritora/poetisa. Escrevo desde os anos 1980. A escrita tornou-se confidente e psicóloga, extravasava os sentimentos no papel. Como dizia Clarisse Lispector “rasgo o verbo porque não posso rasgar o sujeito”. Deixei guardados esses escritos (poemas, contos, crônicas) por uns trinta anos, até que me animei a compilar o que havia e publicar. Hoje escrevo todos os dias; é um ato de libertação!

Qual o tema que você mais prefere?

Escrevo mais poemas, porque gosto da sintetização de ideias que eles me permitem, mas já publiquei dois livros de contos, e outros em coletâneas, também algumas crônicas. Estou com meu primeiro romance em andamento.

Em quantas antologias e coletâneas participou?

Em mais de 30 coletâneas e antologias no Brasil, e quatro no exterior (algumas ainda não recebi o livro impresso). 

 

Há alguma particularidade observada enquanto você escrevia os livros, as poesias e outros?

Minha escrita centra-se sempre em observações do cotidiano e em meus sentimentos e reflexões em relação àquilo que percebo, vejo, ouço, imagino. O mundo é um grande laboratório, tanto de temáticas quanto de análise comportamental.

Cite eventos que já participou.

Participei de muitos eventos (Congressos de literatura, nacionais e internacionais, feiras de livros, lançamento de obras, exposições) na região em que vivo, entre eles, Noite dos Escritores, em Francisco Beltrão/PR, Saraus Literários em escolas, eventos de lançamentos de obras por lives (em virtude da pandemia).

Nós sabemos que você faz parte de várias entidades literárias. Poderia nos citar algumas?

Faço parte das seguintes instituições literárias: AIML (Academia Internacional Mulheres das Letras); ABLAM (Academia Brasileira de Letras e Artes Minimalistas); ACILBRAS (Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil; AMCL (Academia Mundial de Cultura e Literatura); FEBACLA) Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes; e SPINA (Associação Brasileira dos Poetas Spinaistas); e CLFB (Centro de Letras de Francisco Beltrão/PR).


Há algo mais que queira acrescentar ou informar.

Ninguém escreve e nem descreve bem o que não conhece. Dependendo do livro a ambientação é fundamental para o enredo/temática. Qualquer gênero textual conto, crônica, poema, romance, têm de apresentar contexto. O que temos que deixar de lado é essa visão tupiniquim de que o que vem de fora é melhor. Vamos mostrar nossa Cultura em nossa escrita, com tudo o que há de bom e de ruim. Literatura é isso! O que vende ou não vende não interessa. Seu texto vai agradar ao leitor que se identificar com o que você escreve. Poucos dos grandes autores viveram de suas produções, e muitos só foram valorizados depois de mortos. Então, ser escritor é mais do que uma profissão, é querer provocar muito mais do que encantamento, é provocar inquietações, reflexões, discussões, e para isso quanto mais de verossimilhança se impor em uma obra, mais atrativa ela será.

Fonte: Cleusa Piovesan

Redes Sociais:

Site: https://bit.ly/3dNQTwf

Instagram: @cleusa.piovesan 

Facebook: https://www.facebook.com/cleusa.piovesan.7


 

 

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