Bennu - Um asteroide a caminho da Terra

  Divulgação/Nasa

Bennu (1999 RQ36) é um asteroide descoberto pela LINEAR em 11 de setembro (de novo o 11 de setembro?) de 1999. O asteroide é missão da sonda OSIRIS-REx que foi lançada em 2016, chegando ao encontro do asteroide em 2018 e, após dois anos de estudo do astro, finalmente cumpriu sua missão, pousando por alguns segundo, numa cratera de 140 metros de largura, batizada de Nightingale (Rouxinol) em 20 de outubro de 2020, coletando amostras para um estudo aprofundado. O modulo da sonda com as amostras do solo do asteroide, está previsto chegar à Terra em setembro de 2023 enviado pela OSIRIS-REx que ficará em torno da fraca orbita de Bennu observando-o e concluindo outros estudos que serão enviados a Terra através de fotografias. A origem do nome do asteroide descoberto e estudado é a antiga ave mitológica egípcia citada em associação ao Sol, à criação e ao renascimento.

Imagem ilustrativa da chegada da sonda OSIRIS-REx ao asteroide em 2018 - Divulgação/NASA

Há grandes probabilidades de Bennu se chocar com a Terra e este está listado na Tabela de Risco Sentry (Em português: Sentinela - Programa de computador desenvolvido para analisar automaticamente os catálogos astronômicos em busca de asteroides que no futuro possam colidir com a Terra). Medindo aproximadamente 493 metros de diâmetro, não é uma ameaça a extinção da raça humana, porém, seu possível impacto, causará danos incalculáveis a região atingida como aconteceu em Tunguska quando da queda de um objeto celeste em uma região da Sibéria, no Império Russo, próxima ao rio Podkamennaya em 30 de junho de 1908 (matéria que publicaremos aqui em breve).

A observação ou monitoramento de Bennu vem sendo feito de modo extensivo pelo radar planetário do Observatório de Arecibo em Porto Rico e pelo deep Space Network (rede de antenas internacionais localizadas em Gladstone - Deserto de Mojave - California, Madri - Espanha e Camberra na Austrália). Esta rede de antenas possibilitou ao cientista Andrea Milani um estudo referente a uma série de possíveis impactos potenciais (oito destes listados) na Terra entre os anos de 2169 e 2199 e Bennu figura nesta lista.              

                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Antena DSN em Gladstone Deep Space Communications Complex.

 

                Região de pouso de OSIRIS-REx em Bennu. Uma cratera de 140 metros de largura, batizada de Nightingale. NASA/Divulgação

 Na realidade, existe a probabilidade cumulativa de  impacto de Bennu com a Terra que depende das propriedades físicas ainda desconhecidas do asteroide, porém ficarão evidentes com as análises e estudos do material enviado por OSIRIS-REx através de seu modulo a Terra. Mas, a avaliação com precisão da probabilidade de um impacto, exigirá um modelo de forma pormenorizada do asteroide, além de observações adicionais feitas por nossos telescópios, naves e a própria observação da sonda OSIRIS-REx que continuará enviando dados. O primordial nessas análises e estudo é determinar os tipos de materiais que compõem a estrutura do asteroide e a magnitude de sua aceleração Yarkovsky (aceleração que surge de uma força extremamente fraca em um objeto devido à radiação térmica não uniforme).                                                                                                                                     

             Tunguska após a explosão, ainda no ar, de um corpo celeste 

Matérias sensacionalistas apontam Bennu como o “asteroide do fim do mundo” levando o pânico para aqueles que não possuem ou não se interessam por informações ou assuntos referentes ao nosso Sistema Solar. Existe a probabilidade de impacto? Sim, existe. Tal impacto poderá causar a extinção da humanidade? Não. É preciso entender que para destruir a nossa civilização é necessário um corpo celeste muito maior que os aproximados 493 metros de diâmetro que ostenta Bennu. Claro que qualquer colisão com um corpo celeste, com proporções de atravessar o campo magnético e a atmosfera da Terra, causará danos. Porém, como já disse antes, Bennu poderá causar danos na região de impacto, como aconteceu em Tunguska e não em toda Terra. Para vocês terem a proporção do que causaria um possível impacto e seus perigos, o asteroide que atingiu a Terra dizimando os dinossauros tinha um diâmetro aproximado de 15km. Porém, qualquer um acima de 01km de diâmetro pode promover um estrago devastador em nosso planeta.  

                                                                                                                                              Evento de impacto

A Nasa trabalha com a probabilidade de chances mínimas de Bennu daqui a aproximados 150 anos, quando então passará entre a Terra e a Lua, o asteroide altere sua rota, devido a influência dos campos magnéticos exercidos pelo nosso planeta e por seu satélite natural. Está alteração de sua rota poderá trazê-lo para bem perto da Terra onde seria atraído pelo campo magnético causando o impacto (chance mínima), ou enviado para longe de nosso planeta devido associação ou interação de campos magnéticos dos planetas e seus satélites naturais de nosso Sistema Solar (chance a maior).

 

                                                                                                  Modulo da OSIRIS-REx
Mas é claro que a Nasa não gastaria milhões de dólares para realizar uma missão que não oferecesse uma mínima chance de perigo. Está claro também que o interesse desta Agencia Espacial, é a meta de descobrir ou confirmar a teoria de que o asteroide tenha sido formado com o Big Bang ou Grande Expansão (teoria cosmológica dominante sobre o desenvolvimento inicial do Universo). É também notório que estudos e exames do material colido dará aos cientistas a confirmação de suas teorias quanto as matérias químicas e outras que o formou e que poderá ter grande semelhança ou constatação de minerais e substancias encontradas também na Terra. Ou seja, teorias, teorias e mais teorias que precisam tornarem-se confirmações científicas para esclarecer o que ocorrer ou ocorreu em nosso Sistema Solar e, consequentemente, no Universo.                                                                                

 Asteroide Bennu 1999 RQ36

Nações como EUA, Rússia, China entre outras, possuem armamentos nucleares que poderia dizimar a raça humana e destruir o planeta. Esta é, sem dúvida, a maior ameaça para nossa civilização. E acreditem, isso pode acontecer, pois vivemos em constantes conflitos. Se um louco resolver apertar um botão e disparar seus mísseis, estaremos todos correndo risco de extinção. E olha que não são apenas as chamadas grandes nações que possuem tal armamento. Outras de menor poder de influência e capital no mundo, já possuem seus armamentos nucleares ou estão em vias de concebê-los.                                       

          Um dos misseis que pode nos salvar ou destruir

Mas, o que poderia acontecer, caso um corpo celeste invada nosso espaço com grandes probabilidades de impacto e destruição de parte ou totalmente nosso planeta? Bom, primeiramente, o uso de mísseis nucleares poderia nos salvar. Desde que esta ação seja uma investida segura para quando a explosão causada entre o choque de míssil ou misseis com o possível corpo celeste que venha nos ameaçar, não nos traga consequências que seriam maiores do que o impacto com um asteroide. Digo isto porque há a possibilidade do uso de misseis carregando ogivas nucleares com potencial de destruição milhares de vezes maior do que as bombas jogadas pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki, em caso de ameaça de um corpo celeste em rota de colisão com a Terra. Esta ação deverá ser muito bem planejada, pois não poderá acontecer “dentro do quintal” de nosso planeta. De acordo com os ventos solares, as consequências de resíduos nucleares atingiriam a Terra causando graves danos a humanidade, podendo até levá-la a extinção. Portanto, temos duas opções, usar bombas nucleares para nos salvar ou para nos destruir... definitivamente.  

             

 

 

Fonte: Wikipédia

Pesquisa e Texto
Renato Galvão
 



MARIA LUIZA BRASIL - “Pensamentos de mim, você e todos nós”

Maria Luiza Brasil é uma jovem escritora do interior do Amazonas, nascida em 1999 na cidade Itacoatiara (176km da Capital), porém vive hoje na cidade de Iranduba no mesmo estado, mais próxima de Manaus (27km de distância), quando então chegou aos sete anos de idade com sua família. Em 2017, depois de muitas dificuldades que se iniciavam na área financeira e se perpetuaram em enfermidades, Maria Luiza lançou seu primeiro livro intitulado “Pensamento de Mim, Você e Todos Nós” aos 18 anos. 

"Pensamento de Mim, Você e Todos Nós”, foi escrito no período que Maria Luiza estudava no Centro de Ensino em Tempo Integral (CETI) Prof.ª Maria Izabel Desterro e Silva. O enredo aborda a história fictícia, onde a personagem Mônica, uma escritora, conta a história da própria autora. Trata-se de um romance poético que narra os sentimentos não correspondidos de Mônica pelo personagem Junior. No decorrer da história, surge Tiago que se declara apaixonado por Mônica. A autora, Maria Luiza, descreve na história as dificuldades de comunicação dos jovens com seus familiares e com a sociedade como um todo.

A reunião de vários colaboradores e a perseverança de Maria Luiza pra conseguir realizar seu sonho, levou-a até a vender doces nos intervalos das aulas no CETI e a superar seus graves problemas enfermos. A Menina Escritora assina a coautoria da Antologia Imortalidade Amazônica II lançada em fevereiro de 2020. 


A publicação de seu primeiro livro a conduziu a receber convites para participar como sócia-titular da ASSEAM (Associação dos Escritores do Amazonas) e da ABEPPA (Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos). Em plena pandemia e mesmo contando com o descrédito de alguns, realiza seu sonho conseguindo publicar seu segundo livro intitulado "Ela mora - Crônicas, Contos e Cartas” pela Filos Editora.




Seu segundo livro se torna mais importante por consolidar Maria Luiza Brasil como escritora talentosa, de grande fibra, sensível e acima de tudo com perseverança para driblar sua enfermidade e, certamente, as dificuldades financeiras.

A história de vida da escritora é marcada por acontecimento e enfermidades que só com muita força interior para superar os problemas, escrever e publicar seus livros. Mas, esse assunto será abordado na coluna “Histórias de Superação” do nosso Jornal Alecrim em breve.

 

 




Fonte: Maria Luiza Brasil

Adaptação e diagramação de texto: 



Colunista Renato Galvão
Artista Plástico, Escritor e Poeta

OUMUAMUA - UM MENSAGEIRO QUE VEIO DE LONGE

Crédito da imagem European Southern Observatory  M. Kornmesse

Oumuamua foi o nome dado a um objeto interestelar descoberto vagando pelo nosso Sistema Solar. O nome tem origem havaiana e significa "o mensageiro de longe que chega primeiro". 

Telescópio de Pesquisa Panorâmica e Sistema Rápido de Resposta - Monte Haleakala - Havaí
Foto Getty Imagens BBC News Brasil

Descoberto pelo astrônomo Robert Weryk em 19 de outubro de 2017 através das super lentes do telescópio PS1 do Pan-Starrs (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System. Em português: Telescópio de Pesquisa Panorâmica e Sistema Rápido de Resposta) localizado no monte Haleakala no Havaí. O objeto chamou a atenção dos estudiosos por apresenta uma trajetória completamente hiperbólica, ou seja, sua velocidade é mais do que suficiente para escapar da atração gravitacional de um objeto central como planetas, sóis e outros que possuam forte atração gravitacional, pois tem energia totalmente positiva.

A observação primária de tal objeto, deu-se quando o mesmo navegava a 0,2 UA (unidade astronômica), aproximadamente 30 000 000 Km distante da Terra. De inicio classificaram-no como um cometa, logo depois como um asteroide. Porém, Oumuamua não apresentava características de tais objetos, tratava-se do primeiro objeto observado como uma nova classe chamada asteroides hiperbólicos.

lustração da evolução do objeto interestelar 'Oumuamua (Imagem YU Jingchuan)

Baseados em observações feitas durante 29 dias, constatou-se a excentricidade orbital de Oumuamua que foi declarada pelos seus observadores como sendo 1,20 mais alta do que qualquer outro objeto observado cruzando nosso Sistema Solar. Sua alta excentricidade faz crer que o Oumuamua nunca esteve gravitacionalmente preso a qualquer Sistema Solar conhecido ou desconhecido devido a sua alta velocidade de entrada em nosso Sistema Solar. Com inclinação na casa 123º em relação a eclíptica (projeção sobre a esfera celeste da trajetória aparente do Sol observada a partir da Terra) e velocidade orbital (velocidade de um objeto em qualquer ponto de sua órbita) cerca de 26,33 km/s em relação ao Sol quando no espaço interestelar (referente ao material que preenche os espaços entre estrelas), atingindo picos de até 87,71 km/s no periélio ( periélio vem de peri (à volta, perto) e hélio (Sol), é o ponto da órbita de um corpo, seja ele planeta, planeta anão, asteroide ou cometa que estão mais próximos do Sol).

Arte imagina como é a aparência do Oumuamua (imagem ESO)

Declarado como o primeiro objeto interestelar que cruza nosso sistema solar com estas características, com cerca de 400 metros de comprimento e 40 metros de largura e devido a sua alta velocidade (160 mil Km/h), muito mais rápida que o esperado, os astrônomos da Universidade de Harvard acreditam se tratar de um objeto artificial de origem alienígena com objetivo de investigar nosso Planeta. Outras características que levaram os astrônomos a desconfiarem da origem alienígena de tal objeto, é  que o mesmo ignorou totalmente a atração gravitacional solar, não sofrendo qualquer alteração de sua rota ao passar pelo Sol. Para  sair de nosso Sistema Solar, atingiu a incrível velocidade de 160 mil km/h, algo não observado em qualquer outro corpo celeste cruzando nosso galáxia.


Algumas teorias orbitam em torno dessa descoberta: 

Depois de notar que Oumuamua exibe aceleração não gravitacional, o chefe do departamento de astronomia da Universidade de Harvard sugeriu que poderia ser uma sonda de navegação solar. Outros acreditam ser um a nave alienígena, uma espécie de nave mãe camuflada designada a estudar sistemas solares. Ou ainda há quem acredite se tratar de algo divino ou sobrenatural.                                                                                                                           

Seligman & Laughlin em 2020sugeriram que Oumuamua fosse um iceberg de hidrogênio, então o gás hidrogênio puro que lhe dá seu impulso semelhante a um foguete teria escapado da detecção. Esta teoria baseia-se  na suposição de que o gelo H2 pode se formar em densas nuvens moleculares. Caso isto seja verdade, objetos de gelo H2 podem ser abundantes no universo. 

Foto: European Southern

O local mais provável para a produção de icebergs de hidrogênio é nos ambientes mais densos do meio interestelar. No entanto, esses ambientes estão muito distantes e não são propícios ao desenvolvimento de icebergs de hidrogênio. E mais, em regiões com alta densidade de gás, o aquecimento por colisões de gases pode sublimar rapidamente o manto de hidrogênio nos grãos, impedindo-os de crescer ainda mais. Para formar um objeto com o tamanho de km, é preciso primeiro formar grãos de micron, então esses grãos crescem por colisões pegajosas, mas no caso de um iceberg de hidrogênio, essa teoria não se sustentaria. A sublimação térmica por aquecimento de colisões gasosas, destruiria qualquer  icebergs de hidrogênio molecular do tamanho de Oumuamua antes de sua fuga para passear pelo universo  como matéria escura. O resfriamento evaporativo nessas situações não reduz o papel da sublimação térmica pela luz das estrelas na destruição de objetos de gelo H2.  As observações sobre o comportamento de Oumuamua não levam a crer que o mesmo seja feito de gelo de hidrogênio molecular.
Vela Espacial movida a laser 

Poderia ser algo construído por cérebros inteligente?

Publicado na revista Astrophysical Journal Letters os estudos feitos pelos astrônomos Shmuel Bialy e Abraham Loeb considerando o Oumuamua de origem artificial com possibilidade de ser uma espécie de veleiro espacial flutuando pelo universo como se fora resíduo de equipamento(s) tecnologicamente  avançado. Tal estudo é baseado no excesso de aceleração observado como se este fosse "empurrado" pela radiação de sóis por onde passa o desconhecido objeto. Eles compararam o Oumuamua as velas solares criadas por nós, como a Ikaros por exemplo, que foi nossa primeira sonda interplanetária impulsionada por uma vela solar lançada pelo Japão  em 2010 destinada a estudar o planeta Vênus. Mas esta teoria não foi aceita pela comunidade científica que alegou que para ser uma vela solar, o Oumuamua teria que ser obrigatoriamente mais fino do que é e caso fosse uma nave, teria uma trajetória mais suave.

Outros estudiosos acreditam que, segundo suas pesquisas, a origem do Oumuamua explica seu formato singular. Provavelmente o objeto teria se desgarrado de algum cometa ou de um planeta maior que a própria Terra. Felizmente ou infelizmente essa teoria também ainda não foi comprovada.

Outras tantas teorias surgiram no espaço de tempo em que Oumuamua ocupou as telas dos visores de vários observatórios, porém, nenhuma delas, chegou perto de uma conclusão que resolvesse o mistério. O fato é que este objeto deu bye-bye ao nosso Sistema Solar em 2018, deixando para traz centenas de perguntas sem respostas. Asteroide ou cometa, sonda ou nave especial, qualquer outro corpo interestelar ou ainda,  manifestação sobrenatural, quem baterá o martelo da verdade? 

Dúvidas ficarão orbitando nossos pensamentos, pois falta-nos dados para concluir pesquisas e nos  aproximar da verdade. Em fim, os debates quanto a origem e composição ou estrutura molecular do Oumuamua, segue e deve durar muito tempo...  

Fontes: Zap, Galileu, Space.com, Canaltech e Wikipédia


Textos e pesquisas:

Renato Galvão
Artista Plástico, escritor, poeta e Colunista



ÂNGELA BULGARELLI - UMA ARTISTA PLÁSTICA EM "BUSCA DE INFINITAS INTENÇÕES"

Natural de Petrópolis/RJ, Ângela Bulgarelli Gomes da Silva é uma Artista Plástica que d
esde cedo se
 identificou com a arte do desenho e da pintura. Dedicando-se durante alguns anos à temas infantis, criando e ampliando desenhos significativos. Herança genética herdada de sua mãe, Martha Bulgarelli, que lhe trouxe o dom da pintura e do amor à arte. Utilizando várias técnicas, entre elas, Acrílico sobre tela, Aquarela, Pastel Seco, técnicas Mistas e Encáustica para conceber sua telas com temas diversos. Ângela Bulgarelli é autodidata e sempre está em busca de novas técnicas e visões artísticas. 
                                                                                                                                                      

Ângela Bulgarelli costuma dizer que "... Todos temos um roteiro de vida que nos leva à uma escolha de caminhos marcados pelas nossas conquistas, a minha trajetória é marcada pelas artes através das curiosidades, experimentos, técnicas e cores em diversos segmentos, sempre dando o tom e brilho nas criações. Em meu caminho, a curiosidade de ousar e experimentar técnicas é sempre um desafio, encontrei expressões, cheguei à realização momentânea ... pois meu caminho segue em busca de infinitas intenções".

Esta versátil e fantástica Artista Plástica é membro da AAPP - Associação dos Artistas de Petrópolis e ALEART - Academia de Letras e Artes da Região dos Lagos onde assina como Acadêmica e Delegada de Araruama.



Exposições, participações e premiações


 
  • "Expressões", uma das exposições da Artista Plástica Ângela Bulgarelli, contou com cerca de 40 obras de seu acervo com direito a Vernissage na Casa de Cultura José Geraldo da Conceição Caú em Araruama em setembro de 2017

  
  • A Artista participou da mostra coletiva do 48º evento promovido pela AAPP (Associação dos Artistas de Petrópolis) intitulado "Cor e Arte", em comemoração ao aniversário da instituição que aconteceu no Centro Cultural Estação Nogueira, um espaço muito importante para os distritos da cidade serrana de Petrópolis. A mostra aconteceu em abril de 2019 com repercussão para todo o estado do Rio de Janeiro. Entre os vários nomes importantes para a cultura e arte brasileira que lá expuseram suas artes, figuravam os nomes de Ângela e Martha Bulgarelli. 
                                                 
  • Em setembro de  2018 por ocasião do 26º Salão Nacional da Primavera promovido pela Associação dos Artistas de Teresópolis (Soarte) na Casa de Cultura Adopho Bloch em Teresópolis. Em  meio a 100 obras expostas por 50 artistas, Ângela Bulgarelli foi premiada com Medalha de Prata na categoria "Especial/Técnica Mista" com sua tela intitulada "Teia dos Sonhos". 

  • Ângela exibiu sua tela "Detalhes da Época" no 27º Salão Nacional da Primavera, promovido pela Associação dos Artistas de Teresópolis (Soarte), onde foi agraciada com "Menção Honrosa" na categoria "Pintura Profissional" em setembro de 2019. 



Algumas Telas



     








Contatos:

Nome Artístico: Ângela Bulgarelli

Tel.: (22) 2665-4169 / (22) 99251-9193

Endereço: Rua Dr Collet, 177 - Pontinha

CEP 28.970-000 Araruama - RJ


Mais informações, acesse:

http://redesemfronteiras.com.br/noticia_ver.php?id=2288

http://blogaapp.blogspot.com

https://m.facebook.com/aranews.araruama/photos/a.1270418129745804/1362051463915803/?type=3



 Fontes: 

Ângela Bulgarelli, Tribuna de Petrópolis, Fala Araruama, PMT, Netdiario - Louis Capelle.


Pesquisas e Texto:
Renato Galvão
Artista Plástico, Escritor e Poeta

RENATO CARDOSO - FANTÁSTICO ARTISTA PLÁSTICO


Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 1959, RENATO PEREIRA CARDOSO é Artista Plástico com vários cursos e formação, a saber:  Desenhista de Artes Gráficas formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial/SENAI (1981). Bacharel em Desenho Industrial pela Escola de Belas Artes/EBA da Universidade Federal do RJ/UFRJ. Aluno da professora e artista plástica Nízia Lüke na Sociedade Brasileira de Belas Artes, Aluno do professor Marlon Silli no atelier de desenho e pintura do Tijuca Tênis Clube. Cursou Teoria e Prática da Fotografia em Preto e Branco, Artes Gráficas e Criação Publicitária, promovidos pelo Museu Histórico Nacional. Foi um dos vencedores do Concurso de Desenho Industrial para Móveis, promovido pela Associação de Fabricantes de Móveis/AFAM em convênio com a FAU/UFRJ (1982). Produção Gráfica realizado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing e Reprodução para Artes Gráficas Branco & Preto, realizado pela Kodak em São Paulo, ambos em 1983.


            Obra "A Arte de Ensinar" premiada no 3º Concurso Cesgranrio Novos Talentos da Pintura





Renato Cardoso, reside na cidade de cidade de Teresópolis/RJ onde dirige seu Atelier de Pintura e desenho. Membro da Sociedade dos Artistas de Teresópolis (SOARTE), participando de exposições coletivas nos Clubes Comary, Tijuca Tênis Clube e outras sob a organização da SOARTE. Participou da 10ª Coletiva de Artes Plásticas promovida pela Moviart e Galeria de Arte Maria Augusta no Shopping Cassino Atlântico em Copacabana/RJ. Medalha de Ouro no 25º Salão da Primavera promovido pela Sociedade dos Artistas de Teresópolis em 2017 e 2º Lugar no 3º Concurso Novos Talentos de Pintura realizado pelo Cesgranrio em 2018, sendo agraciado com o prêmio de aquisição.






RENATO CARDOSO - FANTÁSTICO ARTISTA PLÁSTICO





Medalha de Ouro "Brincando de Roda" 25º Salão da Primavera SOARTE








Contato:

Facebookhttps://www.facebook.com/rpcardoso59/ (@rpcardoso59)

E-mail: rpcardoso59@gmail.com 

Mídia: https://teretotal.com.br/artista-plastico-da-soarte-renato-cardoso-recebe-premio-do-concurso-cesgranrio/




Fontes: Renato Cardoso e TereTotal

Adaptação de texto e pesquisa: 

Renato Galvão
Artista Plástico, Escritor e Poeta








A TERRA, SUAS MINI-LUAS E SEU LIXO ESPACIAL

Desde 2017 a Terra vem contando com mais umas luas. A descoberta em 15 de fevereiro de 2020 de mais um objeto orbitando em torno de nosso planeta, uma espécie de mini lua, aconteceu através do programa de monitoramento Catalina Sky Survey (CSS) gerenciado pela NASA e desenvolvido pela Universidade do Arizona. Segundo os astrônomos, trata-se na verdade, de um pequeno asteroide medindo entre 1,9m e 3,5m que foi capturado pela força gravitacional da Terra, circulando nosso planeta a cada 47 dias. Tal órbita é extensa e oval, fazendo com que o objeto navegue por um caminho muito além da orbita de nossa verdadeira lua. Esta particularidade na sua orbita, causou dificuldades para observá-lo. Outros observatórios também detectaram a mini lua e vem acompanhando sua trajetória.


Simulações da trajetória do objeto batizado de2020 CD3, não se mostraram precisas. Porém, o pesquisador Gregori Fedorets da Queen’s University Belfast, diz que a mini lua está se afastando e deve abandonar a órbita em torno da Terra brevemente. 

 

Vários casos como estes aconteceram no passado recente, ou seja, pequenos asteroides serem tragados pela força gravitacional de nosso planeta. No ano de 2006 o CSS (Catalina Sky Survey) descobriu e monitorou um objeto catalogado como 2006 RH120 que orbitou nosso planeta até meados de 2007, sendo libertado e lançado ao espaço pela força gravitacional que o atraiu.

 


Casos intrigantes e que se destacaram também aconteceram. Um pequeno asteroide catalogado como 3753 Cruithne, foi descoberto em 1986 orbitando o Sol e, eventualmente, a Terra. Em 2016 um outro objeto (2016HO3) foi descoberto. Este corpo celeste ainda está orbitando em torno de nosso planeta e a previsão dos astrônomos é de que deva acompanhar a Terra por vários séculos.

 

Bem, aparentemente, não há perigo quanto a atração pela gravidade da Terra de mini luas, porém estes incidentes são crescentes. Existem já orbitando outros tantos corpos celestes, cujo seus tamanhos não facilitam observações ou descobertas. Até mesmo lixo espacial do século passado podem ser atraídos.  É o caso, por exemplo, do recém descoberto objeto que se aproxima da Terra com sua trajetória que facilitará a atração pela força gravitacional de nosso planeta. O objeto, catalogado 2020 SO, deverá chegar por aqui no mês de outubro de 2020 e as previsões são de que ele deixe a orbita da Terra em maio de 2021. 


Pontos brancos: lixo espacial

 
 
Estudos recente deixam suspeitas sobre se o 2020SO é um asteroide ou algo feito pelas mãos do homem. Os astrônomos, através de simulações, identificaram que a trajetória do objeto, sugerem a entrada e saída do mesmo por dois pontos da orbita da Terra. Tais pontos são estáveis e criados pela interação gravitacional entre a Terra e o Sol. Dai nasce a desconfiança dos astrônomos quanto ao objeto ser ou não ser um asteroide, pois, a orbita da Terra e a baixa velocidade do objeto 2020SO, não o pode classificar ainda como um asteroide. 

Foguete Atlas/Centauro
 
Lixo Espacial: Estágio de foguete Centauro usado no Programa Surveyor 1966
 
O mais provável é que seja lixo espacial lançado pelo homem e provavelmente, vindo de nossa lua. As suspeitas recaem sobre o estágio Centauro que foi descartado por um foguete que lançou carga experimental denominada Surveyor 2 em direção a lua 54 anos atrás, ou seja, 1966. O tamanho de tal estagio descartado, segundo a NASA, é de 6,4m e 14m. Estas medidas correspondem ao objeto 2020SO que deve chegar por aqui em outubro. O objeto passará pela Terra a uma distância de 50.000 Km em 1 de dezembro de 2020 e em 2 de fevereiro de 2021 a 220.000 km. Nenhuma dessas passagens trará qualquer perigo para a Terra. Asteroide ou estágio de foguete, o 2020SO não constitui perigo. Assim nos garantem os astrônomos, mas...
 
Fontes: Tecmundo, zap e wikipédia
 
 
 
Pesquisa e texto:
Renato Galvão
Artista Plástico, Escritor e poeta
 

 

Destaque do mês

1º LIVRO DO ANO - RESENHA CREPÚSCULO - DESAFIO DE RELEITURA - PARTE 2

 RESENHANDO CREPÚSCULO   DESAFIO DE RELEITURA by Cláudia Coelho @claudiacoelhoautora      Em novembro de 2021 a adaptação cinematográfica de...

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