ZACHARIA SITCHIN - Escritor, Historiador e Pesquisador

Há escritores que por sua incessante busca da verdade e por não aceitar as “verdades” que nos impõem, transformam-se em grandes pesquisadores, historiadores e descobridores de mundos que as poderosas autoridades de todos os tempos, esconderam da humanidade para que seus poderes de controle planetário sobre as civilizações existentes não seja perdido. Porém, graças a estes verdadeiros “Cavaleiros da Verdade”, as nuvens negras que escondem a verdade, são dissipadas pelos trabalhos competentes e dedicados destes escritores.

Zecharia Sitchin nasceu em 11 de julho de 1920 na cidade de Baku no Azerbaijão, mas se transferiu ainda criança para o Mandato Britânico da Palestina, um território geopolítico administrado pelos ingleses criado com a partilha do Império Otomano logo após ao término da Primeira Guerra Mundial, neste território cresceu o escritor.

Matéria no The New York Times 
Na Palestina adquiriu conhecimentos profundos de hebraico antigo e moderno e outras línguas semíticas e europeias, sobre o Antigo Testamento e história e arqueologia do Oriente Próximo. Formou-se em história da economia na Universidade de Londres, foi jornalista e editor em Israel, antes de mudar-se para New York em 1952. Nas horas vagas de sua função como executivo de uma empresa, ele aproveitava para estudar a escrita cuneiforme suméria e visitou vários locais de grande importância arqueológica. Assim, Zacharia Sitchin, se tornou um dos poucos acadêmicos capazes de lerem as tabuletas de argila e interpretar a língua suméria e acadiana.

Com todo esse conhecimento acumulado, muitas perguntas na cabeça e uma sede de descobrir a verdade, Zacharia Sitchin, lança seu primeiro livro em 1976 intitulado “O 12º Planeta”, fruto de 30 anos de pesquisas onde ele “... compara textos arcaicos, antigas cosmologias e mapas celestes que relatavam viagens espaciais para a Terra, feitas cerca de 450 mil pelos Nefilim...”

Embora muito criticado por suas ideias, o escritor seguiu publicando seus livros, principalmente, depois de seu primeiro livro virar best-seller, ou seja, não era só Zacharia Sitchin que procurava respostas e queria saber mais sobre a criação de nosso mundo, havia um grande público sintonizado com a sua causa. Então seguiu: A ESCADA PARA O CÉU, O LIVRO PERDIDO DE ENKI, GUERRAS DE DEUSES E HOMENS, OS REINOS PERDIDOS, GÊNESIS REVISITADO, O COMEÇO DO TEMPO, ENCONTROS DIVINOS, O CÓDIGO CÓSMICO, O FIM DOS DIAS, HAVIA GIGANTES NA TERRA, CRÔNICAS DOS ANUNNAKIS, AS CRÔNICAS DE ENKI E OS ELOHIM, OS ANUNNAKIS, O REI QUE SE RECUSAVA MORRER, entre outros fabulosos.

O que defende Zacharia Sitchin com seus estudos, pesquisas, ideias e publicações:

Sitchin e os antigos 
alienígenas da Suméria
De acordo com sua interpretação, o pesquisador, dentro da cosmologia suméria, há a indicação de planeta não detectado pelas nossas observações cientificas, que possui órbita elíptica e demorada, passando pelo interior do Sistema Solar a cada 3.600 anos. Segundo os registros sumério que o denominaram Nibiru (trespassante ou travessia), e este mesmo corpo celeste era denominado pelos babilônios como Marduk. Segundo Sitchin, um dos satélites (lua) de Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat (planeta listado nos escritos sumérios), localizado entre Marte e Júpiter. Esta colisão teria formado o planeta Terra, o cinturão de asteroides, e os cometas. Tiamat, conforme descrito no Enuma Elish, o épico da Criação mesopotâmico, era tida como uma deusa. Mas, a referência suméria para Tiamat citava-o como um grande planeta. Quando atingido por uma das duas luas do planeta Nibiru, Tiamat teria se partido em dois. Numa segunda passagem, o próprio Nibiru teria atingido um dos fragmentos e metade de Tiamat teria se tornado o cinturão de asteroides. A segunda metade, após capturar a órbita de uma das luas de Tiamat (a nossa Lua), seria empurrada para uma nova órbita e tornar-se-ia o atual planeta Terra.

Sitchin, pesquisara e afirmava que Nibiru era o lar de uma raça extraterrestre humanoide e tecnologicamente avançada chamada de anunnakis no mito sumério, que seriam os chamados nefilim da Bíblia. Ele afirmava que eles chegaram à Terra pela primeira vez provavelmente 450.000 anos atrás, em busca de minérios, especialmente ouro, que descobriram e extraíram na África. Esses "deuses" eram militares e pesquisadores da expedição colonial de Nibiru ao planeta Terra. Sitchin acreditava e procurava provar com seus estudos e pesquisas, que os anunnakis geraram o Homo Sapiens através de engenharia genética para serem escravos e trabalharem nas minas de ouro, através do cruzamento dos genes extraterrestres com os do Homo Erectus. Ele afirmava que inscrições antigas relataram que a civilização humana de Sumer (Suméria) na Mesopotâmia foi estabelecida sob a orientação destes "deuses", e a monarquia humana foi instalada a fim de prover intermediários entre a humanidade e os anunnakis. Ele acreditava que a radioatividade oriunda de armas nucleares usadas durante uma guerra entre facções dos extraterrestres seja o "vento maligno" (denominação suméria) que destruiu a cidade de Ur e a Suméria, propriamente dito, por volta de 2024 a.C., descrito no Lamento por Ur. Ele afirmava que sua pesquisa coincidia com muitos textos bíblicos, e estes seriam originários de textos sumérios.

Descoberta arqueológica nas tumbas reais na cidade de Ur, chamou a atenção do escritor. Entre outros achados, estava o túmulo de uma deusa rainha denominada NINPUABI. Esta deusa rainha tinha uma linhagem muito importante para provar as teorias de Zacharia Sitchin. Tratava-se da filha de NINSUN (deusa anunnaki) com o rei LUGALBANDA (semideus anunnaki). Ninpuabi viria a ser a irmã mais nova de GILGAMESH, descrito nas tabuletas sumérias, neta de INANNA, que era neta de ANU soberano do planeta Nibiru. Detalhe: todos estes personagens figuram nas várias tabuletas sumérias encontradas em escavações, principalmente, nas ruinas da biblioteca de Nínive na Assíria.  

Sitchin entrou em contato com o museu que detinha a guarda dos referidos achados arqueológicos na esperança de obter uma analise do DNA dos ossos da deusa rainha Ninpuabi. Mas, foi informado que não havia planos para tal analise e que o museu não tinha o costume de fazê-lo. Sitchin insistiu enviando petições ao museu, pois desejava   fazer mapeamento genético da deusa e compará-lo ao do humano para mostrar assim nosso parentesco extraterrestre.

Infelizmente, Zacharia Sitchin, foi acometido de uma grave enfermidade abdominal e passou um bom tempo internado. Quando recuperado e após sua alta hospitalar, manifestou-se anunciando suas próximas metas: “Depois de algum repouso espero voltar à plena atividade relacionada ao meu livro mais recente e ao Projeto Genoma da deusa de Ur”. Ele se referia aos esforços que empreenderia para conseguir a análise desejada nos ossos de Ninpuabi e provar suas teorias. Porém nunca chegou a finalizar esse projeto. Zacharia Sitchin faleceu em 9 de outubro de 2010 aos 90 anos.

O pesquisador, historiador e escritor Zacharia Sitchin deixou um grande legado literário com teorias e provas da presença extraterrestre nos principais acontecimentos na Terra. Foi muito criticado e teve pouco apoio. Mas, suas descobertas e teorias encontrou unidade entre aqueles que procuram pela verdade e não acreditam no que foi manipulado e estabelecido para o “bem da humanidade”.

Diante da afirmativa de que somos o produto engendrado por um Deus amoroso, caridoso e de extrema paixão por suas criaturas, há grandes controvérsias. A Terra desde que conheceu o homem nunca teve paz. Somos voltados para guerra e nunca respeitamos uns aos outros. Sempre desejamos o território alheio, criamos fronteiras para invadi-las, criamos normas e leis para desobedece-las. Diante de tantas atrocidades resta uma pergunta: Fomos criados por um Deus Universal ou deuses extraterrestres?

Acredito que tudo que aconteceu em nosso planeta, desde que o homem é homem, seria melhor explicado ou compreendido, se realmente tivermos sido criados por uma raça bélica, guerreira e exploradora que detinha uma evolução tecnológica avançada, porém, de evolução moral atrasada, criando o homem para o trabalho escravo e para torna-lo guerreiro para lutar em infinitas guerras a seu bel prazer. Mas, quem admitirá este fato, se ainda estamos voltados para guerras, guerras e guerras... 

A última passagem de Nibiru foi em 556 a.C., considerando sua órbita de 3600 anos, Sitchin previu seu retorno por volta de 2900. Entretanto, os Anunnakis poderão retornar antes e seu momento do retorno poderá coincidir com a mudança astrológica da Era de Peixes para Era de Aquário, em algum momento entre 2090 e 2370.

Se não nos aniquilarmos antes, constataremos que somos a cópia das cópias...

 Fontes: Wikipedia e http://www.sitchin.com/

Saber mais: http://www.sitchin.com/

 

 


 

 

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