1º LIVRO DO ANO - RESENHA CREPÚSCULO - DESAFIO DE RELEITURA - PARTE 2

 RESENHANDO CREPÚSCULO 

 DESAFIO DE RELEITURA


by Cláudia Coelho










    Em novembro de 2021 a adaptação cinematográfica de Crepúsculo, da autora Stephanie Meyer, completa 13 anos. E, ano passado, lançou o livro Sol da Meia-noite que conta a história na visão da personagem Edward Cullen. Um convite a mais para a releitura da saga. 

    Para aqueles que só assistiram aos filmes, posso adiantar que há muito ainda a descobrir nos livros. Histórias de como as personagens da família Cullen foram transformadas em vampiros e o quão comovente é a história da "mãe" adotiva de Edward. Nessa nova visão dos vampiros modernos, estes que antes eram vistos como figuras "do mal", acabam mostrando-se mais humanizados, com conflitos familiares e existenciais o que, para o gosto adolescente e romântico acabaram por conquistar fãs. Sei que muita gente hoje em dia diz não gostar e fazem críticas negativas aos filmes e aos outros livros da saga. Contudo, sabe-se que na época, foi um estouro de vendas e bilheterias, que ultrapassam os 120 milhões. Então, deixe de lado seus preconceitos e mentes antiquadas e deixe-se contagiar pela doce magia do amor e da paixão adolescente. Afinal de contas, não custa nada sonhar, não é?

    O primeiro livro da saga, Crepúsculo, aborda o mito do vampiro, que vem sendo difundido desde os primórdios da literatura e a cada geração se tornam inovadores em detalhes e situações. Assim como na literatura, os filmes envolvendo o tema não ficaram atrás. 

    O livro traz a visão de uma adolescente, Isabella Swan ou "Bella", como enfatiza a preferência,  que por "força maior" precisa mudar-se para uma outra cidade. (E particularmente eu também passei por uma mudança dessas na época da adolescência) Nova cidade, nova escola, tendo que refazer laços. Bella tem 17 anos e mora com seu pai que é chefe da polícia local, da chuvosa cidadezinha de Forks. É uma típica e tímida adolescente, com baixa autoestima, e também um tanto teimosa... No livro ela se apresenta mais determinada e enfrenta Edward e as situações, no filme, ela mostra-se mais frágil, o que acaba quase tornando duas "Bellas" com personalidades diferentes. O que elas tem em comum é o fato de se apaixonarem por um colega de classe bem misterioso. A atmosfera do livro revela-se sombria e romântica, deixando espaço é claro, para a vontade de descobrir mais sobre as personagens, o que facilitou, certamente, o alcance de vendas dos outros títulos da saga.

    Já na "ala" dos mocinhos, encontramos Edward Cullen, que junto a quatro irmãos compuseram os filhos adotivos do Dr. Carlise, um médico conceituado na cidade e Esme, uma bela mulher.  Ao envolver-se com Edward e descobrir seu segredo Bella acaba passando por aventuras boas e também perigosas. Ela descobre que seria capaz de qualquer coisa para não perder o grande amor de sua vida. 

    Para aqueles que não tem paciência para reler eu indico o livro Sol da Meia-Noite que conta a versão da história pelo ponto de vista do vampiro, ou ainda a versão "Vida e Morte", que muda os gêneros das personagens do romance. Já que eu estou fazendo a releitura da saga, deixarei estes para o fim.  E, enquanto isso, se você está participando junto comigo da releitura, conte aí o que achou de reler o Crepúsculo, ou as suas opiniões sobre o livro e o filme.


    Você sabia que o filme baseado nesse livro, Crepúsculo, lançado em 2008 custou cerca de US$ 37 milhões e arrecadou mais de dez vezes esse valor durante as exibições em todo o planeta? A diretora do filme, Catherine Hardwcke lançou ao estrelato jovens praticamente desconhecidos: Kristen Stewart (que eu conhecia do filme Zathura: Aventura no Espaço - uma versão espacial de Jumanji) e o vampiro mais amado da década de 2000 com o ator Robert Pattinson.  


    No desafio dessa semana, convido a você a postar uma foto do livro e/ou filme com as personagens, citando as partes que mais gostou. Marque @claudiacoelhoautora que vou repostar nos meus stories marcando você!




Ficção e Realidade: Supersoldados Americanos

Foto / Sony Pictures Releasing CIS - Foto Reprodução
Homens de ferro, Capitães América e outros super heróis da ficção cientifica, podem se tornar realidade até 2050 de acordo com projetos engendrados pelos Estados Unidos e China paralelamente. Não que essas duas nações rivais tenham se juntado para realizar suas pesquisas e feitos, e sim por uma corrida armamentistas, criando soldados híbridos (humanos/máquinas/ Inteligência Artificial) para um possível confronto entre eles ou contra aqueles que julgam inimigos.




Recentemente o Centro Químico-Biológico de Desenvolvimento de Capacidade de Combate do Comando do Exercito dos Estados Unidos, divulgou um relatório detalhado informando como o campo cibernético pode transformar até 2050 soldados (humanos) “ciberneticamente aprimorados”. Intitulado “Soldados Ciborgue 2050”, o relatório aponta que “... o principal objetivo deste trabalho é determinar o potencial de dispositivos fisicamente integrados no corpo humano para aumentar e melhorar o desempenho dos seres humanos nos próximos 30 anos”. Logicamente, essa chamada melhoria de desempenho de seres humanos, não será para nós, reles integrantes da população mundial. Estes estudos e aprimoramentos, são destinados a criação de super soldados voltados para guerra, o próprio relatório deixa isto explicito.


Robocop - Foto Reprodução

O intuito da “divisão cientifica do exercito americano”, uma divisão especial do “Centro Químico e Biológico”, é focado em criação de armas biológicas e químicas e tem seus estudos e metas criar um hibrido humano/máquina para o Departamento de Defesa Americano.

Diz o relatório textualmente: “...O principal objetivo desse esforço era determinar o potencial de máquinas que são fisicamente integradas no corpo humano para aumentar e melhorar a performance de seres humanos nos próximos 30 anos...” e que “... Na mídia, literatura e cinema popular, o uso de máquinas para aumentar a condição da espécie humana recebeu uma narrativa distorcida e distópica em nome do entretenimento...”, mas que os “... Líderes de defesa devem entender que essas percepções publicas serão implementadas...”. Bem, está dado o recado.



Imagem Getty - Foto Reprodução
Dificilmente se poderá prever qual o resultado que se colherá com o chamado aprimoramento cibernético que é uma tecnologia avançada que transformara humanos em super soldados, unindo estes a inteligência Artificial e máquinas. É bom informar que o Pentágono é um órgão que recebe maior verba nos Estados Unidos, essa verba chega a ser três vezes mais que a recebida anualmente pela Nasa. Interessante...



Os estudos e pesquisas do Pentágono querem aprimorar ciberneticamente a visão, capacidade auditiva, força muscular e “aperfeiçoamento e reforço neural do cérebro humano para transferência bidirecional de dados”, ou seja, o soldado controlará máquinas e será controlado por elas.


Visão

O relatório, informa que com a visão aprimorada permitirá ao soldado ver através de campos de batalhas em distancias variadas de alcance “... em meio urbano denso ou em megacidades subterrâneas (?) que dificultam a identificação de alvos (ou inimigo?) ...”. Segundo os pesquisadores, o aprimoramento visual do soldado é delicado devido que a cirurgia nos olhos para implantar os mecanismos é de grande risco. Devido aos riscos que a maioria dos aperfeiçoamentos impõe ao soldado, cirurgias e implantes, só poderão ser concretizados, quando o soldado for ferido (ou morto?) no campo de batalha (Robocop?), e acrescenta “... Melhoria ocular pode ser uma opção médica atraente em situações onde os tecidos dos olhos foram prejudicados ou destruídos por ferimento... é improvável que indivíduos estejam dispostos a passar pela remoção de tecido saudável numa área considerada tão sensível. Mas o papel central e crítico que a visão tem na sociedade provavelmente vai motivar combatentes que perderam parte ou toda a visão a passar voluntariamente por cirurgia para restaurar ou melhorar sua habilidade de ver...”.



Foto Sputnik CCO - Reprodução

Força Muscular

Segundo o relatório, “... ferimentos osteomusculares são a segunda causa principal de perda de tempo de serviço nas Forças Armadas dos Estados Unidos...”. os estudos e pesquisas pretendem recuperar estes soldados lesionados com implantação de “sistemas de controle osteomusculares optogenéticos... O uso mais provável seria a restauração de funções perdidas devido a ferimentos nos músculos ou nervos...”. E como seria essa restauração? O Pentágono nos diz: “... uma rede de sensores implantados sob a pele que entregam estímulo ortogenético através de pulsos programados de luz...” e “... O controlador optogenético tomaria o controle dos movimentos dos membros de um combatente, permitindo que um novato (na prática de guerrear) realize funções profissionalmente (torne-se uma máquina de guerra) ...”. Ou seja, minha gente, utilizando pulsos de luz ao invés de eletricidade, os chamados “optogenéticos” podem estimular tecidos musculares e até mesmo neurônios. 


Tem mais, não acabou não...

Na realidade o que aconteceria com o corpo “... teria uma variedade de sensores ópticos implantados sob a pele nas áreas do corpo que precisam ser controladas. Esses sensores poderiam se manifestar como fios óticos finos que são colocados em intervalos regulares de músculos críticos e feixes de nervos, e são ligados a uma área de controle pensada (quartel-general?) para estimular cada nódulo apenas quando o músculo acima é necessário...”. O relatório acrescenta a informação que “... isso permitirá aos soldados feridos (ou acometidos de forte cansaço), retornarem ao campo de batalha

cdn-3.expansion.mx - Foto Reptodução
com músculos revigorados através dos chamados “músculos cibernéticos” com desempenho e força melhor que a própria carne, ou seja, de um humano normal.  Este mesmo sistema cibernético implantado nos soldados, também poderá controlar ferramentas externas, como drones e armas que não estariam ligados diretamente ao corpo dos soldados ou ainda, permitir que estes sejam controlados por outro soldado (comandante?) remotamente.




Capacidade Auditiva

O relatório divulgado aborda também o aperfeiçoamento da capacidade auditiva dos soldados agregando a estes “ouvidos cibernéticos”, permitindo o aumento da capacidade de percepção e o acesso a novas habilidades. O mesmo documento informa que os avanços nessa área não melhorarão apenas a capacidade auditiva do soldado, mas também permitirá “... conversão e transmissão desses sinais para outros a determinadas distâncias...”. Ou seja, os soldados usarão seus ouvidos cibernéticos para contactar redes de comunicação e voz que serão apenas identificadas e usadas por eles. Assim diz o Pentágono: “... Eletrodos com interface direta com caminhos neurais podem ser implantados com procedimentos cirúrgicos menores e podem  ser removidos com efeitos colaterais mínimos...”.



Interface entre cérebro humano e máquinas  

Segue o relatório informando que a “Agencia de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA”), já vem trabalhando nesta tecnologia há uns bons anos testando com sucesso “chips de memória protéticos

Armamento Tanque robotizado - foto Reprodução
” e que o intuito é aprimorar ciberneticamente a ligação direta entre o cérebro humano as máquinas. Os estudos estão voltados para que soldados com implantes neurais ligados a uma matriz possam controlar as máquinas ou serem controlados mutuamente, ou seja, teremos soldados controlando maquinas (guerra?) e também sendo controlados por máquinas. E o Pentágono informa: “...O aperfeiçoamento não implica o simples controle do equipamento pelo usuário (de cérebro para máquina), mas também a transmissão ao operador (da máquina para o cérebro), ou entre humanos (dinâmica de comando e controle), para melhorar o conhecimento da situação. Isso acontece ao mesmo tempo que a informação computacional, analítica e humana de um drone é transmitida ao operador...”.



Sapador russo ao lado de um sistema robótico Uran-6
Sputnik / Sergei Pivovarov - foto Reprodução

Qual a conclusão que se chega depois do aqui exposto? Teremos um soldado robotizado com super audição e visão, músculos ciberneticamente fortes se comunicando e controlando máquinas, controlado pela máquina do comando militar. E o que poderá fazer este verdadeiro “Robocop”? Controlar armas avançadas, drones militares carregados com misseis e até mesmo controlar misseis nucleares fazendo-os retornarem para os lugares de onde partiram ou direcionando-os para outros pontos inimigos.






Prezados leitores, quando os EUA vêm a público informar sobre seus avanços militares, principalmente e se tratando de estudos patrocinados pelo Pentágono, é que já concluíram suas metas e que muito provavelmente, já as estão colocando em prática.  Países como China e Rússia já possuem mecanismos robotizados para o uso em guerras. Lembram da bomba atômica? Enquanto o mundo pensava que era só testes, o resultado caiu sobre Hiroshima e Nagasaki. Hoje qualquer nação “fundo de quintal” possui seu próprio míssil nuclear. Quem poderá garantir que não possuam seus mecanismos de guerra ou seus soldados robotizados? Que Deus nos guarde!



Tanque de Guerra sem piloto -  Foto / Rosoboronexpor - Reprodução
“O roto falando do esfarrapado”

Recentemente John Ratcliffe, Diretor de Inteligência Nacional dos EUA, veio a publico informar que os EUA têm conhecimento que a China está fazendo testes biológicos em seus soldados na tentativa de aumentar suas habilidades, tornando-os super soldados. Meu caro John, e o que é que vocês americanos estão fazendo?

 

 



Elon Musk
Elon Musk, fundador do PayPal CEO da fabricante dos veículos Tesla Motors e da empresa aeroespacial Spacex

“... é considerado um dos principais protagonistas da inovação. Luta através de suas empresas para acelerar a transição às energias renováveis e quer transformar a raça humana em uma espécie multiplanetária. Mas no que se refere à inteligência artificial, acredita que é preciso pisar no freio...”

“... A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AMEAÇA A EXISTÊNCIA DA NOSSA CIVILIZAÇÃO... ATÉ QUE AS PESSOAS NÃO VEJAM ROBÔS MATANDO GENTE NA RUA, SE ENTENDERÃO OS PERIGOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL...”

 

 

Fontes:

https://br.sputniknews.com/defesa/2019121014874398-exercito-dos-eua-esta-desenvolvendo-supersoldados-com-capacidades-extraordinarias/

https://www.vice.com/pt/article/xwee47/o-plano-aterrorizante-do-pentagono-de-criar-supersoldados-ciborgues

1º livro do ano - Resenha Crepúsculo parte 1 - Desafio de Releituras

 DESAFIOS DE LEITURA - RELEITURA

by Cláudia Coelho

@claudiacoelhoautora




    Conheci a saga Crepúsculo quando lançaram o filme. Um dos meus alunos do turno noturno, numa noite de aula qualquer, perguntou se eu gostava de "filmes de vampiro".

    __ Gosto sim... Falei um pouco sem entusiasmo, mas também não queria descartar uma interação e diálogo com os alunos. Afinal, sempre tenho interesse no que eles trazem de novidade para a aula.  
    Dias depois, ele me deu um DVD (piratex - não dava pra ficar comprando DVD, naquele tempo ainda era muito caro!) , na época não existiam os canais de internet e a linda Netflix... 
    Era uma noite de sexta-feira e o DVD acabou esquecido por quase todo o final de semana, até que, em certa hora, decidi "dar uma olhada", para o caso do meu aluno me perguntar sobre algo. 
    Quem consegue apenas "dar uma olhada"... gente!
    Qual não foi a minha surpresa ao assistir. Praticamente "amor à primeira Vista", um retorno nostálgico aos tempos de adolescência, onde a esperança nunca termina. Crepúsculo é uma história romântica, bem no sentido do pensamento adolescente... E  é claro, a adaptação dos vampiros para a visão moderna do mito trouxe muitos aplausos e críticas negativas em muitos grupos literários. A história criada por Meyer não deixou pontas soltas, é bem escrita, principalmente voltada para leitores que estão iniciando na prática de leitura, assim, certamente não sairão correndo das bibliotecas no futuro.  Sei que muitos leitores e estudiosos da literatura em geral não acham de Crepúsculo uma grande obra, ou algo que se torne um dia um grande clássico, longe disso, o livro vem para estimular a curiosidade adolescente para as fantasias literárias, para a emoção em cada página e o gostinho de querer mais. Em um país como o nosso, que a maioria dos adolescentes não busca o livro como lazer e diversão, a conquista feita pela trama já pode der considerada eficiente. Vejo nas redes muitos leitores novos, que iniciaram sua paixão pela leitura através desse livro. Então, bom ou não tão bom assim, ele fez sua parte: Despertar corações adolescentes para o mundo mágico dos livros.
    E, assim começou uma nova história na minha lista literária. Eu sempre gostei de livros, mas confesso que passei anos sem ler nada. Este episódio me despertou novamente para o gosto de imaginar e viver as histórias. Neste rumo, sempre que encontrava meu aluno, nós conversávamos sobre o filme e os próximos lançamentos. E agora, nada melhor do que começar esta coluna de resenhas pela saga que me fez voltar a ler. Infelizmente não possuo mais os livros físicos, pois os emprestei para a filha de uma amiga minha e esta, nunca mais me devolveu. Contudo, fiz a releitura da Saga Crepúsculo e será com ela que vamos iniciar nosso desafio de releitura. Até o final do ano vamos ver quantos livros eu vou conseguir ler/reler. Minha meta começará bem tranquila, um livro por mês, até atingir um livro por quinzena. 
    Então, convido a vocês a participarem aqui na página comigo, ou pelas plataformas do Facebook e Instagram, colocando suas opiniões e dicas, já que iniciarei por livros bem conhecidos, assim, dá para bastante gente participar.


    Para dar tempo de mais leitores participarem do nosso desafio, a resenha final do livro 1 - CREPÚSCULO - será na próxima semana. Quem quiser participar basta comentar por aqui e no final vamos fazer um debate ou bate papo literário... 
    Enquanto isso, aqui vai o DESAFIO DA SEMANA - Postar 3 Quotes do 1º livro da série - CREPÚSCULO - e me marcar nos stories do instagram  @claudiacoelhoautora . Eu vou repostar nos meus stories marcando vocês!!

A SAGA DOS SUMÉRIOS - Episódio II - O Nascimento do Planeta Terra

 Nibiru - Concepção Artística - RG
Terminamos o episódio 1 narrando a luta pelo trono do Planeta Vermelho entre Anu e Alalu. Com a derrota de Alalu, Anu foi aclamado e carregado nos braços do povo até a sala do trono.  Enquanto isso, por temer que seu destino tivesse o mesmo caminho do que ele havia dado a Lahma, Alalu aproveita-se da algazarra e felicidade do povo, foge disfarçado por entre as massas, alcança o espaço-porto e esgueirando-se para que os guardiões, não o veja, apossa-se de uma das naves e parte de seu planeta derrotado, humilhado e aparentemente sem destino. Mas, não devemos subestimar Alalu, pois ele era um ser estudioso, havia sido instruído por seus ancestrais e sábios da realeza. Era um indivíduo dotado de conhecimentos relativos à formação de seu planeta como também do espaço que este ocupava no Sistema Solar, principalmente no que se referia a criação do Sistema.


Enuma-Elish Épico da Criação
Antes de abordamos qual foi o destino de Alalu após a sua fuga, vamos tomar carona nos conhecimentos deste extra Terra para contarmos a história da formação do nosso atual Sistema Solar que é fantástico e fascinante pelos sucessivos choques planetários, explosões, descargas elétricas e muita poeira cósmica que originaram tanta dor de cabeça para nossos cientistas e estudiosos de hoje explicarem. Vamos também nos valer do “Épico da Criação”, um achado arqueológico que nos conta a história da criação dos mundos. Este documento é uma espécie de peça teatral encenada por ocasião de uma determinada festa anual, quando então, a Terra recebia a visita do Soberano Anu do Planeta Vermelho e outras autoridades. Logicamente, o Épico da Criação, foi escrito pelos Sumérios de acordo com a orientação e informação “daqueles que vieram do céu à Terra” (anunnaki - em sumério). Há uma certa fantasia na história contada que justifica o meio pelo qual uma civilização avançada usou para transmitir certos conhecimentos àqueles que eles dominavam e haviam criado. Assim como o “Épico de Gilgamez” e  “The Erra Epos”, o “Épico da Criação” foi escrito ou registrado em tabuletas de argila pelos Sumérios e, apesar de sofrerem algumas perdas com o passar dos séculos, foram encontrados em muito bom estado de conservação e nos deram informações de todos os acontecimentos que trouxeram essa raça de extra Terra até o nosso belo e azul planeta e o seguimento da presença deles em nossa cultura, inclusive a atual. Com os relatos de Alalu e baseados neste épico, seguiremos contando tudo sobre A SAGA DOS SUMÉRIOS.

 A FORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR

Apsu (Sol em Sumério)
No princípio só existia Apsu (em Sumério - aquele que existia desde o princípio - o Sol), nada mais havia na galáxia, apenas o Sol e uma confusão de gases, detritos espaciais, rochas e outros circulando em torno do explosivo e nervoso astro rei que a cada explosão liberava mais e mais detritos, descargas elétricas fabulosas e muita energia atômica que determinaram a formação dos planetas. Então, de toda 
essa confusão, formou-se um belo planeta com uma natureza exuberante onde florestas, rios, mares e montanhas eram os únicos habitantes daquele planeta que os Sumérios chamavam Tiamat (“dama que gera a vida”). Veios de ouro e outros minérios eram vistos brilhando magnificamente em Tiamat.  A exuberante riqueza daquele primeiro planeta em nosso espaço era tanta que, se houvesse um observador navegando em torno ou visitando o astro, ficaria imensamente maravilhado com a riqueza, a luz e o brilho solitário de Tiamat. Mas, não havia ninguém para observa-lo, eram aproximados 4 bilhões de anos no passado de nosso Sistema Solar e muito ainda estava por vir.

Tiamat (Dama que gera a vida)
Apesar das irregularidades de sua órbita, sua descomunal força gravitacional atraiu 11 corpos celestes transformando-os em luas ou satélites naturais que aprisionados, passaram a girar em torno do belo Tiamat. Dentre este estava Kin.gu (grande emissário em Sumério), um planetoide, o maior entre os 11, que possuía vida vegetal exuberante. Entre Tiamat e Apsu, formaram Mummu (conselheiro e emissário de Apsu) - Mercúrio, Lahamu (dama das batalhas e mais tarde também seria a dama do amor) - Vênus e Lahmu (divindade de guerra), o nosso Marte. 

Com o passar dos milênios, formaram-se os gigantes Ki. Shar (primeiro das terras firmes) - Júpiter, An. Shar (primeiro dos céus) - Saturno em órbitas abaixo de Tiamat. A confusão persistia com os planetas invadindo perigosamente as órbitas dos outros e muitos deles balançando em seu próprio eixo. Milênios e milênios decorridos com o Sol e planetas criados, sendo perturbados pelas irregularidades do novo sistema, fazendo com que este, o astro rei, continuasse liberando explosões e com elas, detritos e descargas elétricas pesadíssimas que contribuindo para elevar o caos.


Nestes tempos idos, tais acontecimentos, contribuíram para a formação de outros planetas, assim surgiram Gaga/Plutão (conselheiro e emissário de An.shar - Saturno), Anu/Urano (Soberano de Nibiru) e Ea/EnKi/Netuno (filho bastardo de Anu). Vale informar que no “Épico da Criação” os Sumérios não mencionam Plutão como a um planeta, eles o classificam como Gaga. Aparentemente Gaga/Plutão era um emissário (satélite natural) de Saturno (An.Shar). Provavelmente, com a constante desordem e colisões em todo sistema Gaga/Plutão acabou sendo libertado, posicionando-se  próximo ao Cinturão Kuiper obtendo definitivamente sua órbita própria, desgarrando-se da força gravitacional de Saturno, naturalmente com o passar dos milênios. Então, como se configurou o Sistema Solar naquela época turbulenta e confusa? A partir do Sol, tínhamos Mercúrio (Mummu), Vênus (Lahamu), Marte (Lahmu), Tiamat, Júpiter (Ki. Shar), Saturno (An. Shar), Urano (Anu), Netuno (Ea/En.ki) e finalmente Plutão (Gaga).


Reparem que nesta lista não aparecem a Terra com sua Lua e o chamado Cinturão de Asteroide. Por que? Vejamos...

A GRANDE "BATALHA" CELESTIAL

Nibiru - O Planeta Vermelho
Com as desordens orbitais e as várias colisões, explosões e outras causas, um planeta gigante formou-se no espaço exterior de nosso sistema, criado pelos fragmentos deixados por Netuno (o mais externo dos planetas de nosso Sistema Solar) e outros fragmentos rochosos e incandescentes que passeavam em grande número pelo espaço do nosso sistema.

Formado distante, porém, atraído pela força gravitacional de Netuno, o Planeta Vermelho tinha como principais característica seu tamanho e sua órbita totalmente oposto as órbitas dos outros planetas. Enquanto todos os planetas giravam no sentido anti-horário, o recém criado planeta, obedecia a uma órbita no sentido horário. Entrava no sistema passando demasiado e extremamente perto de Urano, Júpiter, Saturno e Tiamat. Sua força gravitacional atrai satélites naturais (no qual se contaram sete no total) destes planetas e acrescentava caos total no já confuso e desordenado sistema. Sua passagem afetava as rotações dos planetas que já não eram regulares e causava danos ao próprio Sol.


órbita de Nibiru/Marduk/Planeta Vermelho após atração de Netuno - Foto reprodução

Os Sumérios chamavam este planeta de Nibiru (Cruzamento) e conheciam todo a história de formação dos universos, principalmente de nosso Sistema Solar e narraram no “Épico da Criação” todos estes acontecimentos. Entre seus epítetos, Nibiru, posteriormente, foi denominado pelos Babilônios com o nome de Marduk, povos vindouros o chamavam de Planeta Vermelho, inclusive em nossa era, onde há várias literaturas sobre o mesmo.


Ilustração de descargas elétricas entre planetas - Foto Reprodução

Os acontecimentos narrados pelos Sumérios citam que Nibiru era um planeta gigante com as mesmas proporções de Tiamat, avermelhado e de brilho intenso. Recém formado, expelindo fogo, raios (descarga elétrica) e radiação, era verdadeiramente uma imensa bola de fogo invadindo os espaços confusos dos outros planetas. A cada aproximação sua portentosa força gravitacional trocava descargas elétricas com outros planetas fazendo com que estes fizessem o mesmo entre si. Um espetáculo belo e ao mesmo tempo pavoroso que nenhum ser vivo poderia presenciar. Denominavam os satélites artificiais arrebanhados por Nibiru dos outros planetas com os nomes “Ventos do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste”, estes tomados e formados de fragmentos desgarrados de Urano devido imensa força gravitacional de Nibiru. Ao passar por Saturno e Júpiter, o mesmo acontece, Nibiru adquire destes mais três: Vento Malévolo, Redemoinho e Vento Inigualável (denominação Suméria), estes satélites constituíam a maior força de Nibiru, pois teriam um papel fundamental na “batalha” entre Nibiru e Tiamat.


A imensa bola de fogo de brilho avermelhado quando passa por Netuno, planeta que o gerou e que o atraiu para dentro do Sistema Solar, tem sua orbita mudada mais para o interior do sistema, fazendo com que seu caminho o faça encontrar-se diretamente com Tiamat, ou seja, uma catástrofe sistêmica eminente. Sua aproximação de Tiamat causa transtornos não só na órbita de Tiamat, como também, perturba as órbitas de Marte, Vênus e Mercúrio, planetas entre o Sol e Tiamat. À medida que se aproximava, com uma força gravitacional imensa, arranca partes de Tiamat e estes, presos em sua força gravitacional, transformaram-se em satélites naturais da “dama que gera a vida” (Tiamat). Kingu, até então, o maior e mais belo satélite natural de Tiamat, devido as perturbações nas órbitas entre Tiamat e Nibiru, foi atraído pelo segundo, porém, essa atração, o coloca numa órbita própria, perturbando ainda mais os planetas envolvido. Onde havia quatro órbitas irregulares, passaram a existir cinco.



Nibiru invadindo a órbita de Tiamat provoca um fenômeno celeste que acontece quando dois planetas convergem a atração gravitacional de um sobre o outro. Um espetáculo que os olhos humanos não podem presenciar, provocado por descargas de relâmpagos elétricos de um contra o outro. Mas, as descargas elétricas não eram suficientes para causar danos aos planetas envolvidos, principalmente, Tiamat. 

Nibiru trazia consigo seus satélites e o primeiro a se chocar com Tiamat foi o chamado “Ventos do Norte”. Não houve choque entre os dois planetas propriamente dito, porém, os choque do satélite de Nibiru contra Tiamat, fez com que trocassem portentosa descargas elétricas causando maior dano a Tiamat que teve suas forças neutralizadas, perdendo seus campos (polos) magnéticos e elétricos, extinguindo, por assim dizer, sua vida. Diante do Sol, jazia o corpo inerte do primeiro planeta criado naquele confuso Sistema Solar. A beleza de Tiamat se apagara, fragmentos foram lançados para dentro do sistema, seus satélites naturais em órbita desordenada colidiam uns contra os outros transformando-se em cometas errantes obedecendo justamente a órbita revessa (sentido horário) do causador das colisões. Enquanto isso Nibiru seguia seu caminho vitorioso e mostrando seu brilho avermelhado iluminado pelo Sol. Mas, longe estava a normalidade naquele sistema, pois um segundo encontro aconteceria entre Nibiru e Tiamat. Um encontro que resultaria na mudança do Sistema Solar e com surgimento de outros componentes diante do Sol.

O NASCIMENTO DO PLANETA TERRA

Ilustração artística da colisão
Reprodução
Passaram tempos e tempos e enquanto Sol procurava entender a desordem do seu “quintal”, o retorno de Nibiru era aguardado e foi o que aconteceu. Nibiru retorna e colide diretamente com Tiamat que jazia inerte no espaço. Dividido ao meio, Tiamat ver uma de suas metades transformar-se em fragmentos formando o Bracelete Martelado (denominação Suméria), nosso Cinturão de Asteroide. Após a formação do chamado Bracelete Martelado, este cria uma barreira ou fronteira entre os planetas internos ou que possuem terra firme (Mercúrio, Vênus, Terra com sua Lua e Marte - os mais próximos do Sol) dos planetas externos (Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão - os mais distantes do Sol). A outra metade inteira de Tiamat é empurrada pelo satélite natural de Nibiru  num estrondoso choque, para um espaço orbital desocupado entre Vênus e Marte. Ki (denominação Suméria) mais tarde se transformaria no Planeta Terra, herdando as riquezas minerais e a exuberante natureza de Tiamat. Kin.gu, o maior e mais belo satélite de Tiamat, manteve-se fiel até o final dos “combates” acompanhando a metade de Tiamat que se transformara em Ki/Terra, para ser o mais belo satélite natural que aquele Sistema Solar já tinha criado, a nossa Lua. A colisão entre o satélite de Nibiru e Kin.gu, extraiu as características vitais do planetoide. Kin.gu perdera atmosfera, águas, matéria radioativa, sua exuberante natureza e diminuiu de tamanho, tornando-se apenas uma bola de argila sem vida. Assim, conhecedores da formação de nosso Sistema Solar e dos acontecimentos que sucederam, os Sumérios deixaram de atribuir ao planetoide o nome Kin.Gu (grande emissário) e passaram a denominá-lo DUG.GA.E (pote de chumbo).  Mas, Kin.gu seria responsável por exibir uma nova beleza no sistema, ele se transformaria numa lua bela, decorando, brilhando e iluminando os céus do recém criado Planeta Terra. 

Ki (Terra) - Kin.Gu/Dug.Ga.E (Lua)
Embora as colisões não o tenham causado danos profundos, a partir da segunda colisão, Nibiru vê sua órbita mudada. Da órbita anterior que o fazia entrar no Sistema solar por Gaga/Netuno, ou seja, entre Plutão e o Cinturão de Kuiper, agora ele se via trafegando numa órbita que o fazia entrar no sistema através do caminho entre o Cinturão de Asteroide e Marte. E parece que está órbita permanece até os dias de hoje, causando problemas para nosso Sistema Solar, principalmente, a Terra que sustenta a vida humana. A cada volta de Nibiru em torno do Sol, 3600 anos na Terra são contados. A última vez que passou pelo nosso Sistema data aproximadamente de 500/550 a.C. Sua aproximação causou e causará mudanças importantíssimas em nosso Planeta, haja visto os registros dos Sumérios sobre o Dilúvio e outros acontecimentos catastróficos causados pela aproximação do Planeta Vermelho.


Cinturão de Asteroides - Fragmento da parte
 inferior de Tiamat - Foto reprodução

Ilustração Artística - órbita definitiva de Nibiru
Foto reprodução


O choque acontecido entre Nibiru e Tiamat, fez com que o DNA do primeiro fosse transportado através das colisões. Desta forma, sendo a Terra filha de Tiamat, o DNA nibiruano passou a integrar toda e qualquer vida na Terra. Milhões de anos se passaram até que a vida, sob todas as formas, surgisse no Planeta Vermelho e depois de todo esse tempo, essa mesma vida, precisaria do sétimo planeta (Terra) para salvar-se de uma possível extinção. Obra do destino ou do Criador? Não sabemos...

No próximo episódio (III), abordaremos a fantástica viagem em "A FUGA E DESTINO DE ALALU". Espero que gostem...


FONTES: 

Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Enuma_Elish

MitosGrafia: https://www.mitografias.com.br/2016/10/enuma-elish-epico-da-criacao/

SoproSolar: https://soprosolar.blogspot.com/2012/03/misterio-de-tiamat-e-nibiru-o-planeta-x.html

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Livros: O 12º Planeta/O Livro Perdido de EnKi/O Caminho Para o Céu - Zecharia Sitchin





MODA E BEM ESTAR - MAS AFINAL DE CONTAS... O QUE É MODA?

 Mas afinal de contas o que é moda?

by Cláudia Coelho


    A nossa coluna das quartas-feiras vai abordar temas como MODA e BEM ESTAR, trazendo dicas e conceitos para você descobrir novidades e facilidades práticas para sua vida e seu dia a dia. E hoje, para começar, vamos abordar um assunto que é discutido em praticamente todas as páginas, sites e blogs que lidam com marketing, e com pessoas... Principalmente as mulheres.  O assunto de hoje é:

MODA

    Mas, afinal de contas, o que é moda? Quando a gente ouve falar nesse tema, ou mesmo, na palavra solta "moda", imediatamente vem à nossa cabeça os padrões de beleza, ou a discussão sobre eles, as tendências das estações que estão por vir, os belos e extravagantes desfiles que acontecem em Paris ou, por exemplo, o Fashion Week. É claro que tudo isso também faz parte da "Moda" contudo, não é o seu verdadeiro significado. Hoje vamos falar um pouquinho sobre isso e você vai descobrir que há muito mais a saber sobre esse tema. 

 



    A moda inclui muito mais do que modelos, desfiles e cliques fotográficos, ela faz parte de um estilo de vida e aborda vários tipos de linguagens, principalmente linguagens culturais. Você já percebeu que, por exemplo, roupas e padrões são distintos em países diferentes, e até mesmo em cidades diferentes. Tudo isso porque a moda é uma das expressões mais ricas de identidade de um povo, de uma comunidade e de cada pessoa. Na maioria das vezes essa expressão é visual. 

    Todas as gerações e momentos pelos quais nós passamos durante a vida, durante os anos e até décadas são refletidas diretamente na moda, desse modo é possível fazer, inclusive, uma análise histórica e diferenciar cada etapa pela qual a moda se diferenciou numa linha temporal.

A HISTÓRIA


    Desde o começo da humanidade, a moda esteve presente. E se deu quando os seres humanos viram-se na necessidade de cobrir seus corpos para se protegerem do frio e de outras dificuldades promovidas pela natureza.  As roupas de um modo geral já existiam antes de 600 mil a.C. e naquela época eles usavam inconscientemente expressando seus símbolos e significados. 

    Com o desenvolvimento da humanidade e de seus hábitos, alguns lugares desenvolveram leis suntuárias, que eram leis que regulavam esses hábitos de consumo e também criavam regras de vestimenta. A maior parte dessas leis serviam para dividir o status de hierarquias sociais e deixar cada vez mais clara a separação socioeconômica dos grupos. Nas próximas semanas vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema e trazer para você uma linha temporal dos principais fatos que fizeram parte da construção da história da Moda.




Na próxima semana tem mais! 








Bibliografia

  • «BARBOSA, Bárbara Franzner (et al). A técnica de modelar o vestuário e a moda» (PDF)
  • CAPPELLANO, Luiz Carlos – Vamos falar de moda? in: FESB – Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista. Bragança Paulista. Revista GABARITO ano I, Edição 1, abril de 2005, pp 31–34..
  • CHAULANGES, M. & S. L'Histoire Vivant. Paris, Ed. Delagrave, 1961.
  • COSTA, Cristina. Questões de Arte: o belo, a percepção estética e o fazer artístico. 2º Ed. São Paulo: Moderna, 2004.





RECEITA DA SEMANA - ALIMENTAÇÃO LOW CARB - 001

 RECEITAS LOW CARB - 001

BY Cláudia Coelho

    Há muito tempo, muitas pessoas que queriam emagrecer ou manter um peso estável eram aconselhadas a não comer gordura e que todos os tipos de gordura eram maléficos à saúde. E que, indubitavelmente, a gordura era a principal responsável pelos problemas de saúde cardíacos. Assim, a indústria alimentícia e farmacêutica criaram uma série de medicamentos e alimentos rotulados como "livres de gordura". Contudo, graças a novas pesquisas, novos testes, e ao avanço da tecnologia nutricional e médica, muitos profissionais da saúde estão confirmando que uma dieta baixa em carboidratos, mais rica em gorduras e proteínas, se apresenta como uma forma melhor de evitar a obesidade e problemas cardíacos. Há também pesquisas que mostram que o nosso tipo sanguíneo tem muito a dizer para o tipo de alimentação que seria mais aproveitada pelo nosso organismo. 

    Nessa coluna, resolvi testar dicas e receitas e vou passar aqui o resultado dessas pesquisas, espero que possam ser opções saudáveis e que, aqueles que buscam um equilíbrio de peso e saúde, possam aproveitar bastante. 

    Se você tiver dicas e receitas, envie pra gente! Nossa coluna ficará ainda mais rica de conteúdo com a sua participação e opiniões! 






Dicas de Livros - 001/2021 INTRODUÇÃO

    "Ano Novo, Vida nova..."

     Já dizia o velho ditado, e aqui no Jornal nós vamos iniciar a coluna desse ano, DICAS DE LIVROS, trazendo para vocês um pouquinho do que rola em lançamentos não só das prateleiras mundiais, mas também dos nossos queridos escritores Teresopolitanos e visitantes do nosso jornal.

    Espero que vocês curtam e deixem suas dicas e opiniões também! Toda semana uma nova dica ou um trechinho para você aguçar a curiosidade! 


Dicas de livros – lançamentos em 2021

O livro da Cura – Monja Coen

Editora: Academia

    Monja Coen é a primaz fundadora da Comunidade Zen Budista do Brasil, criada em 2001, com sede no bairro do Pacaembu, em São Paulo. Teve seu primeiro contato com o Zen-Budismo no Zen Center de Los Angeles, onde fez os votos monásticos em 1983. Residiu por oito anos no Mosteiro Feminino de Nagoia, no Japão, onde graduou-se como monja especial, habilitada a ministrar aulas de Budismo para monges e leigos. Sob a orientação de Shundô Aoyama Dôchô Rôshi, sua mestra de treinamento, foi a primeira monja líder do mosteiro. Retornou ao Brasil em 1995, como missionária da tradição Sôtô Zenshû para o Brasil, servindo o Templo Busshinji, no bairro da Liberdade, em São Paulo, durante seis anos.

 

Enquanto o livro não chega às prateleiras, conheça aqui algumas frases da Monja Coen que são verdadeiras lições de vida. Não esqueça de compartilhar em suas redes!








EM TERESÓPOLIS...

    Para quem não sabe, há muitos escritores aqui em nossa terrinha... E este ano vamos apresentar alguns deles para você conhecer e quem sabe até se interessar pela literatura teresopolitana...

    Para começar aqui vão algumas dicas de livros que podem ser, inclusive, encomendados aqui mesmo pelo Jornal Alecrim. E, caso você seja um escritor e tenha livros à venda, pode entrar em contato conosco, as parcerias de 2021 estão abertas!



Potiara - R$ 25,00  (frete grátis a partir de 2 unidades)
POTIARA - Literatura infantil - Na tribo Tupinambá vivia a linda indiazinha Potiara. Numa manhã enquanto corria alegre pela mata avistou algumas pegadas diferentes, e ficou curiosa pois não sabia que animal era aquele.
Depois de muito procurar, acabou desistindo e foi pedir ajuda ao pajé da aldeia, um homem muito sábio. No dia seguinte Potiara saiu bem cedo a procura do animal misterioso, será que dessa vez encontrou?
Este livro traz uma linguagem infantil onde apresenta um pouco da cultura e dos costumes indígenas e as crianças vão aprender como é importante cuidarmos com carinho dos animais e respeitarmos a natureza. Embarque nessa aventura, um livro para ler, colorir e aprender.


autora: Cláudia Coelho de Meneses











texto e edição: Cláudia Coelho

Destaque do mês

1º LIVRO DO ANO - RESENHA CREPÚSCULO - DESAFIO DE RELEITURA - PARTE 2

 RESENHANDO CREPÚSCULO   DESAFIO DE RELEITURA by Cláudia Coelho @claudiacoelhoautora      Em novembro de 2021 a adaptação cinematográfica de...

Preferidas do Público