ZACHARIA SITCHIN - Escritor, Historiador e Pesquisador

Há escritores que por sua incessante busca da verdade e por não aceitar as “verdades” que nos impõem, transformam-se em grandes pesquisadores, historiadores e descobridores de mundos que as poderosas autoridades de todos os tempos, esconderam da humanidade para que seus poderes de controle planetário sobre as civilizações existentes não seja perdido. Porém, graças a estes verdadeiros “Cavaleiros da Verdade”, as nuvens negras que escondem a verdade, são dissipadas pelos trabalhos competentes e dedicados destes escritores.

Zecharia Sitchin nasceu em 11 de julho de 1920 na cidade de Baku no Azerbaijão, mas se transferiu ainda criança para o Mandato Britânico da Palestina, um território geopolítico administrado pelos ingleses criado com a partilha do Império Otomano logo após ao término da Primeira Guerra Mundial, neste território cresceu o escritor.

Matéria no The New York Times 
Na Palestina adquiriu conhecimentos profundos de hebraico antigo e moderno e outras línguas semíticas e europeias, sobre o Antigo Testamento e história e arqueologia do Oriente Próximo. Formou-se em história da economia na Universidade de Londres, foi jornalista e editor em Israel, antes de mudar-se para New York em 1952. Nas horas vagas de sua função como executivo de uma empresa, ele aproveitava para estudar a escrita cuneiforme suméria e visitou vários locais de grande importância arqueológica. Assim, Zacharia Sitchin, se tornou um dos poucos acadêmicos capazes de lerem as tabuletas de argila e interpretar a língua suméria e acadiana.

Com todo esse conhecimento acumulado, muitas perguntas na cabeça e uma sede de descobrir a verdade, Zacharia Sitchin, lança seu primeiro livro em 1976 intitulado “O 12º Planeta”, fruto de 30 anos de pesquisas onde ele “... compara textos arcaicos, antigas cosmologias e mapas celestes que relatavam viagens espaciais para a Terra, feitas cerca de 450 mil pelos Nefilim...”

Embora muito criticado por suas ideias, o escritor seguiu publicando seus livros, principalmente, depois de seu primeiro livro virar best-seller, ou seja, não era só Zacharia Sitchin que procurava respostas e queria saber mais sobre a criação de nosso mundo, havia um grande público sintonizado com a sua causa. Então seguiu: A ESCADA PARA O CÉU, O LIVRO PERDIDO DE ENKI, GUERRAS DE DEUSES E HOMENS, OS REINOS PERDIDOS, GÊNESIS REVISITADO, O COMEÇO DO TEMPO, ENCONTROS DIVINOS, O CÓDIGO CÓSMICO, O FIM DOS DIAS, HAVIA GIGANTES NA TERRA, CRÔNICAS DOS ANUNNAKIS, AS CRÔNICAS DE ENKI E OS ELOHIM, OS ANUNNAKIS, O REI QUE SE RECUSAVA MORRER, entre outros fabulosos.

O que defende Zacharia Sitchin com seus estudos, pesquisas, ideias e publicações:

Sitchin e os antigos 
alienígenas da Suméria
De acordo com sua interpretação, o pesquisador, dentro da cosmologia suméria, há a indicação de planeta não detectado pelas nossas observações cientificas, que possui órbita elíptica e demorada, passando pelo interior do Sistema Solar a cada 3.600 anos. Segundo os registros sumério que o denominaram Nibiru (trespassante ou travessia), e este mesmo corpo celeste era denominado pelos babilônios como Marduk. Segundo Sitchin, um dos satélites (lua) de Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat (planeta listado nos escritos sumérios), localizado entre Marte e Júpiter. Esta colisão teria formado o planeta Terra, o cinturão de asteroides, e os cometas. Tiamat, conforme descrito no Enuma Elish, o épico da Criação mesopotâmico, era tida como uma deusa. Mas, a referência suméria para Tiamat citava-o como um grande planeta. Quando atingido por uma das duas luas do planeta Nibiru, Tiamat teria se partido em dois. Numa segunda passagem, o próprio Nibiru teria atingido um dos fragmentos e metade de Tiamat teria se tornado o cinturão de asteroides. A segunda metade, após capturar a órbita de uma das luas de Tiamat (a nossa Lua), seria empurrada para uma nova órbita e tornar-se-ia o atual planeta Terra.

Sitchin, pesquisara e afirmava que Nibiru era o lar de uma raça extraterrestre humanoide e tecnologicamente avançada chamada de anunnakis no mito sumério, que seriam os chamados nefilim da Bíblia. Ele afirmava que eles chegaram à Terra pela primeira vez provavelmente 450.000 anos atrás, em busca de minérios, especialmente ouro, que descobriram e extraíram na África. Esses "deuses" eram militares e pesquisadores da expedição colonial de Nibiru ao planeta Terra. Sitchin acreditava e procurava provar com seus estudos e pesquisas, que os anunnakis geraram o Homo Sapiens através de engenharia genética para serem escravos e trabalharem nas minas de ouro, através do cruzamento dos genes extraterrestres com os do Homo Erectus. Ele afirmava que inscrições antigas relataram que a civilização humana de Sumer (Suméria) na Mesopotâmia foi estabelecida sob a orientação destes "deuses", e a monarquia humana foi instalada a fim de prover intermediários entre a humanidade e os anunnakis. Ele acreditava que a radioatividade oriunda de armas nucleares usadas durante uma guerra entre facções dos extraterrestres seja o "vento maligno" (denominação suméria) que destruiu a cidade de Ur e a Suméria, propriamente dito, por volta de 2024 a.C., descrito no Lamento por Ur. Ele afirmava que sua pesquisa coincidia com muitos textos bíblicos, e estes seriam originários de textos sumérios.

Descoberta arqueológica nas tumbas reais na cidade de Ur, chamou a atenção do escritor. Entre outros achados, estava o túmulo de uma deusa rainha denominada NINPUABI. Esta deusa rainha tinha uma linhagem muito importante para provar as teorias de Zacharia Sitchin. Tratava-se da filha de NINSUN (deusa anunnaki) com o rei LUGALBANDA (semideus anunnaki). Ninpuabi viria a ser a irmã mais nova de GILGAMESH, descrito nas tabuletas sumérias, neta de INANNA, que era neta de ANU soberano do planeta Nibiru. Detalhe: todos estes personagens figuram nas várias tabuletas sumérias encontradas em escavações, principalmente, nas ruinas da biblioteca de Nínive na Assíria.  

Sitchin entrou em contato com o museu que detinha a guarda dos referidos achados arqueológicos na esperança de obter uma analise do DNA dos ossos da deusa rainha Ninpuabi. Mas, foi informado que não havia planos para tal analise e que o museu não tinha o costume de fazê-lo. Sitchin insistiu enviando petições ao museu, pois desejava   fazer mapeamento genético da deusa e compará-lo ao do humano para mostrar assim nosso parentesco extraterrestre.

Infelizmente, Zacharia Sitchin, foi acometido de uma grave enfermidade abdominal e passou um bom tempo internado. Quando recuperado e após sua alta hospitalar, manifestou-se anunciando suas próximas metas: “Depois de algum repouso espero voltar à plena atividade relacionada ao meu livro mais recente e ao Projeto Genoma da deusa de Ur”. Ele se referia aos esforços que empreenderia para conseguir a análise desejada nos ossos de Ninpuabi e provar suas teorias. Porém nunca chegou a finalizar esse projeto. Zacharia Sitchin faleceu em 9 de outubro de 2010 aos 90 anos.

O pesquisador, historiador e escritor Zacharia Sitchin deixou um grande legado literário com teorias e provas da presença extraterrestre nos principais acontecimentos na Terra. Foi muito criticado e teve pouco apoio. Mas, suas descobertas e teorias encontrou unidade entre aqueles que procuram pela verdade e não acreditam no que foi manipulado e estabelecido para o “bem da humanidade”.

Diante da afirmativa de que somos o produto engendrado por um Deus amoroso, caridoso e de extrema paixão por suas criaturas, há grandes controvérsias. A Terra desde que conheceu o homem nunca teve paz. Somos voltados para guerra e nunca respeitamos uns aos outros. Sempre desejamos o território alheio, criamos fronteiras para invadi-las, criamos normas e leis para desobedece-las. Diante de tantas atrocidades resta uma pergunta: Fomos criados por um Deus Universal ou deuses extraterrestres?

Acredito que tudo que aconteceu em nosso planeta, desde que o homem é homem, seria melhor explicado ou compreendido, se realmente tivermos sido criados por uma raça bélica, guerreira e exploradora que detinha uma evolução tecnológica avançada, porém, de evolução moral atrasada, criando o homem para o trabalho escravo e para torna-lo guerreiro para lutar em infinitas guerras a seu bel prazer. Mas, quem admitirá este fato, se ainda estamos voltados para guerras, guerras e guerras... 

A última passagem de Nibiru foi em 556 a.C., considerando sua órbita de 3600 anos, Sitchin previu seu retorno por volta de 2900. Entretanto, os Anunnakis poderão retornar antes e seu momento do retorno poderá coincidir com a mudança astrológica da Era de Peixes para Era de Aquário, em algum momento entre 2090 e 2370.

Se não nos aniquilarmos antes, constataremos que somos a cópia das cópias...

 Fontes: Wikipedia e http://www.sitchin.com/

Saber mais: http://www.sitchin.com/

 

 


 

 

A SAGA DOS SUMÉRIOS

Erudu - 1ª Cidade edificada na Terra
INTRODUÇÃO

Quem criou Adão? Quem outorgou conhecimentos modernos aos Sumérios a mais de 4000 a. C.? Por quê os patriarcas bíblicos viveram tantos anos? Quais os acontecimentos registrados na Suméria antes do Dilúvio? Quem eram e como surgiram "os cabeças negras"?

Prezados leitores, essas e tantas outras perguntas enigmáticas pretendo responder com esta e as próximas matérias sobre "A SAGA DOS SUMÉRIOS", mas, não vou começar essa história fascinante recorrendo-me ao pouco ou quase nada do que se tem registrado da Suméria antes das descobertas arqueológicas do século XIX. Muito menos do que ainda é veiculado através da internet em vários sites destinados a descrever as histórias das civilizações antigas, mesmo depois de tais descobertas. Vou me apoiar em literatura extremamente especializada em desvendar mistérios e enigmas da nossa pré-história ou da história que ficou oculta no passado soterrada em cidades, templos, monumentos, túmulos e outras tantas construções que um dia, no passado longínquo, faziam parte de cidades que brilhavam ao sol. Vou valer-me, principalmente, de achados arqueológicos que vão desde textos registrados em tabuletas de argila a papiros, dos desenhos, esculturas e caracteres escritos nos túmulos de grandes reis, histórias de heróis guerreiros, de batalhas por conquistas territoriais e o mais importante, das histórias dos deuses que edificavam cidades, que nomeavam reis para governar essas mesmas cidades, das batalhas e guerras em que foram os principais artífices, guerreando uns contra os outros,  arrastando a civilização crescente para seus confrontos e de todo o  seu envolvimento com os povos daqueles tempos idos.

Mapa - Suméria
Começarei pelas descobertas de manuscritos, muitos deles cunhados em tabuletas de argila e outros que, civilizações antigas, registravam de várias formas e materiais.

Epopeia de Gilgamesh

Em consequência das escavações arqueológicas a partir de 1900 nas ruinas de civilizações antigas, muitas delas completamente ocultas, reduzidas a escombros devido a ação de guerras, enchentes e, principalmente, pela ação do tempo, em especial no território compreendido no Oriente Próximo, encontrou-se grande número de textos primitivos. Os achados revelaram, que se tratava dos chamados livros perdidos. Os historiadores e pesquisadores chegaram à conclusão de que tais textos eram os originais dos fragmentos descobertos em bibliotecas e templos de civilizações posteriores, sendo estes extensões dos originais. Descobertas que fizeram com que o mundo acadêmico tomasse conhecimento de histórias épicas como a “EPOPEIA DE GILGAMESH” que, entre os temas, revelava o debate entre os deuses que decidiam se deveriam ou não alertar a humanidade sobre o grande dilúvio que se abateria sobre a Terra. E pelo resultado que a Bíblia nos fez conhecer, os manuscritos nos revelam que tais deuses guardaram segredo e condenaram a humanidade a sua própria sorte. Um outro manuscrito descoberto denominado “EPOPEIA DE ATRAHASIS” contando a história   de um conflito entre um certo grupo denominado anunnakis (em sumérios: Aqueles que vieram do céu à Terra)” que trabalhavam em minas de ouro no sul da África e que levou os deuses a se reunirem para criar trabalhadores primitivos.

Epopeia de Atrahasis
E vocês sabem quem eram os chamados trabalhadores primitivos que tais deuses iriam criar para trabalhar em suas minas extraindo o ouro? Nós, os terrestres.

No mesmo território do Oriente Próximo, as escavações proporcionaram algo que deixariam os envolvidos de cabelo em pé. O que informava este achado?

Muitas vezes os próprios deuses escreviam suas composições sem a utilização de um escriba. “The Erra Epos” (em português: A Epopeia dos Deuses), outro manuscrito encontrado em escavações onde floresceu a civilização Suméria, narra os debates entre dois deuses que tentam incriminar um ao outro pela responsabilidade (Pasmem!) de desencadear uma catástrofe nuclear a uns 2000 a. C.

Mas, você deve estar se perguntando, em que esses achados estão relacionados Suméria?

Representação Suméria retratando o Diluvio
Foi através dessas epopeias que a investigação sobre a civilização suméria foi aguçada. Foi esses achados e outros de igual valor histórico que incentivaram estudiosos e arqueólogos, que os conduziram pelos caminhos que desvendaria e responderia aos muitos pontos de interrogações, principalmente, os contidos na Bíblia sobre vários relatos, principalmente os referentes a Shinar (termo bíblico para
Suméria).

Antes dos achados arqueológicos, eruditos davam como certa e definitiva que as raízes da civilização ocidental moderna estavam baseadas na Grécia e na Judeia do primeiro milênio, na Assíria e Babilônia no segundo milênio e no Egito no terceiro milênio a.C.  Traumatizados com o que se descobria a cada pá retirando entulhos e terra, a credibilidade científica de tais eruditos retrocedeu suas teorias para milênios a.C., para um tempo que até mesmos os Sumérios consideravam tempos antigos e a um tempo muito anterior a chamada era do Dilúvio.  

As tabuletas de argila encontradas em Nínive e outras que se revelaram, principalmente, em escavações no chamado vale fértil entre os Rios Tigre e Eufrates, trouxeram a luz do dia textos escritos ou registrados pelos Sumérios que foram copiados ou ditados por uma civilização extra terrena que aqui chegaram há 450 mil anos atrás.

Ruinas de Eridu
Resumidamente, pois mais adiante abordarei profundamente este assunto, os Sumérios afirmavam que astronautas de um planeta chamado Marduk chegaram à Terra em busca de ouro. Não queriam ouro para fazer joias e saciar suas vaidades e sim, por uma questão de absoluta sobrevivência, para curar a fraca atmosfera de seu planeta. Os escribas sumerianos informam que um grupo de 50 astronautas foram os primeiros a chegar e estes foram denominados anunnakis, cujo a tradução é, literalmente, “aqueles que vieram do céu à Terra”. Sua nave aterrissou no

E.A/EN.KI - Astronauta e Cientista 
mar arábico e logo depois atingiram o alto do Golfo Pérsico, estabelecendo-se e construindo o que viria a ser a primeira cidade edificada em solo terrestre batizada com o nome ERIDU “Lar Longínquo”. O comandante deste primeiro grupo era um ser de aproximados 2,90 metros de altura, engenheiro e cientista de grande conhecimento que, segundo os sumérios, nas horas vagas divertia-se pescando e navegando pelos mares, seu passatempo preferido. Chamaram-no de E.A., “Aquele cujo a casa é água” e sua descrição retratada em desenhos ou
estatuetas era de um protótipo aquariano. Mais tarde, por ter liderado a
aterrisagem na Terra, ganhou o epíteto de En.ki “Senhor da Terra” e como todos os deuses representados pelos sumérios, a principal característica de En.Ki era um enfeite de cabeça ostentando chifres. Provavelmente tal representação derivará do que vestia os visitantes ao serem observados pelos nativos sumérios, ou seja, capacetes e uniformes de astronautas. Apesar das representações sumerianas para os chamados deuses daquela época, é importante frisar que os sumérios não os tratavam como deuses. Eles os consideravam apenas visitantes na Terra. Sabiam e haviam constatado que estes eram poderosos por sua tecnologia avançada e conhecimentos gerais. Somente tempos depois, por intermédio do paganismo, que a noção de seres divinos foi introduzida em nossa
DIN.GIR
linguagem e pensamento.  Os sumérios os chamavam DIN.GIR “os virtuosos dos foguetes espaciais”. Este termo era representado por letras-figuras que lembram um foguete e uma cápsula ou modulo espacial. 
Ashurbanipal
Rei Assírio

Um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos foi a biblioteca do rei 
Ashurbanipal em Nínive, que continha, aproximadamente, 25 mil tabuletas de argila organizadas por assunto. Assurbanipal era um rei tido como culto e colecionador de textos antigos ou qualquer escrita que chegava em suas mãos. Ele ordenava a seus escribas que copiassem e traduzissem todos os textos que via. Em alguns casos ou na falta de material para saciar a sua sede cultural, ele mandava seus subalternos viajar pelo mundo conhecido a procura de textos que estes copiavam e traziam para compor sua fabulosa biblioteca. Naquela época, os escribas, além de copiar e traduzir tais textos, identificavam e catalogavam a origem dos textos recebidos. Este trabalho proporcionou, ao nosso moderno mundo, conhecer civilizações antigas, facilitando a pesquisa, o trabalho e a procura por informações de nossa história.
Nínive - Assíria

Algumas destas tabuletas de argila encontradas em Nínive, haviam várias que indicavam sua origem na Suméria. Achou-se a indicação em 23 delas que terminavam com a numeração das tais seguida do seguinte comentário: “linguagem de Shumer (Suméria) não modificada”.


O próprio rei Assurbanipal dizia que “... O deus dos escribas concedeu-me a dádiva do conhecimento de sua arte. Fui iniciado nos segredos da escrita e posso até ler tábuas complexas em sumério. Compreendo as palavras enigmáticas gravadas em pedras nos dias que antecederam ao Dilúvio...”.     

Nota de venda de uma casa
em Shurrupak - Suméria
Esses achados anunciaram ou fizeram conhecer o povo Sumério, cujo conhecimento e evolução estava muito à frente de sua época. Tabuletas de argila, devidamente indicadas pelo eficiente trabalho dos escribas em Nínive, informavam que os sumérios dominavam e legislavam em vários assuntos, tais como: contratos comerciais, sentenças de tribunais, casamentos, registros de heranças, informações geográficas, matemáticas, formulas médicas, leis de um modo geral e histórias das famílias reais. Podia se ler também em tais tabuletas, narrativas épicas, contos da Criação, provérbios, textos filosóficos, canções de amor e outros tantos textos que constituíram uma herança literária que foram utilizadas posteriormente pelos assírios, babilônios e vários povos localizados na Ásia Central. E por mais que não possamos acreditar, os sumérios tinham conhecimento sobre assuntos celestiais, listas de constelações e estrelas, informações planetárias, tabelas astronômicas, listas de deuses, suas famílias e atributos, tarefas e funções por deuses comandados por outros deuses maiores ou deuses aqui da Terra e deuses lá do céu. Os sumérios associavam os deuses do céu aos 12 meses, as 12 constelações do zodíaco e aos 12 corpos celestes do nosso Sistema Solar que eles 
conheciam muito bem. Tudo a mais de 4000 a. C.

Ruinas de Eridu

Como uma civilização tão antiga pode ter chegado a um nível tão alto de conhecimento? As respostas está em que ou quem os doutrinaram e, acredito, até os criaram. Não há registros plausíveis quanto ao aparecimento dos chamados “Cabeças Negras” (sumérios). Certamente algo aconteceu para leva-los a condição de altamente civilizados que os mantem vivos até hoje, devido a herança que deixaram. Mas, isto será um assunto que falaremos na próxima publicação...

 


vários enigmas e relatos que A SAGA DOS SUMÉRIOS revelará. Não percam...


Fontes: Fatos e Fotos

Wikipédia, 

O Caminho para o céu, O livro perdido de En-ki e O 12º Planeta- Zacharia Sitchin

Deuses, Túmulos e Sábios - C. W. Ceram

A Bíblia Sagrada - Sociedade Bíblica do Brasil







 


  

 

     

 

 

Joselene Neggra Black - Escritora e Poetisa

Joselene de Oliveira Souto, é moradora de São Gonçalo, Rio de Janeiro, escritora e poetisa, adotou o nome artístico Joselene Neggra Black, pois escolheu esse nome “...como representatividade negra...”, por ser um nome “... forte, de peso que ninguém esquecerá...”  

O desejo de Joselene é que “... na comunidade onde mora e nos lugares carentes, as pessoas a reconheçam...” Joselene Neggra Black diz “...que quando começou a fazer poesia, foi para dar voz a todos e quer que as pessoas se espelhem nela... e que encontrem “...  uma semelhança mínima...” para que se vejam em igualdade. 

A autora possui uma história de vida linda e a cada vez mais se descobre como artista. Joselene sente-se orgulhosa do que faz. Suas poesias se baseiam na sua história de vida, de outras pessoas, no amor sobre todas as formas, erotismo e sofrimento. Costuma também se inspirar lendo textos de outros autores, onde, muitas vezes, lhe traz inspiração ou ainda, se inspira nos tempos bons da infância. Sua trajetória e escrita começou cedo, porém, a falta de incentivo a fez parar, destruindo seus textos sem a noção da importância de suas poesias ou textos. Embora não tivesse noção da importância de seus textos, uma certeza ela tinha, eram poesias que expressava seu desabafo.



Sua trajetória e escrita começou cedo, porém, a falta de incentivo, a fez parar, destruindo seus textos sem a noção da importância de suas poesias. Embora não tivesse noção da importância de seus textos, uma certeza ela tinha; eram poesias que expressavam seu desabafo.

Joselene foi incluída no projeto Antológico intitulado “REVERDECER” organizado por Marrizia Cassandria Rodrigues e Pedro Garrido, Editora Delicata. Participará também de um projeto fanzine que em breve será divulgado.




Contatos:

Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100010408420738

Instagram: @joseleneneggrablack

Projeto Dando Vozes: https://youtu.be/QXQwA1pSBuo

 

Fontes e Fotos: Joselene de Oliveira Souto (Neggra Black)

 


Edição e Adaptação de Texto

Renato Galvão

Escritor, poeta e artista plástico.

No Jornal Alecrim assina três colunas;

Dicas de Atividades Culturais, Giro Pelo Mundo e

Histórias de Superação.

Além de Colunistas, é um dos editores do Jornal.

Renata Strino – Talento e sensibilidade


Nascida em 08 de fevereiro de 1993, a carioca Renata de Castro Strino, publicou seu primeiro texto em 2017. Na época o conto intitulado “BREVEMENTE” adicionado a antologia sob o título “DA SUBSTÂNCIA DOS SONHOS E OUTRAS PERIFERIAS (Organizador e Editor Tiago Novaes, 1ª Edição), juntamente com outros escritores oriundo do curso de escrita criativa que Renata Strino (nome artístico) frequentou.
     Uma pausa de três anos e sobre isso, declarou a escritora: ...” Por alguns anos... me afastei da arte e adoeci muitas vezes...”.

Renata Strino é uma escritora de “mãos férteis”, haja visto que, aos 27 anos, entrando na reta final para se formar em psicologia, tendo sempre a arte como sua companheira e sentindo falta de colocar seus textos no papel, ela desabafa:” ... escrevo desde que me lembro, e por muitos anos acumulei histórias, letras de músicas, quadrinhos…” e “... Não é possível uma artista afastar-se da arte e sair ilesa...”. Sendo assim, Renata Strino, toma a decisão certa “...Depois de muito deixá-la de lado, ela começou a me chamar e resistir ficava cada vez mais difícil...”. Sabendo que a arte era de suma importância para sua vida, ela se rende e “... Até que finalmente me entreguei às poesias e nunca mais as deixei...”. Porém, a escritora, tinha algum receio de mostrar sua obra e não se “atrevia a torná-las públicas...”. Enquanto o tempo passava “... arrisquei também escrever um romance, contos e muitos, muitos rascunhos de ideias...”. E como descrever esta escritora tão sensível?  Ela responde com a fragilidade de uma “... borboleta que rompe o casulo e voa, tão livre. Como o desabrochar da rosa, mesmo quando não é primavera. Como o sol, imponente, muda a cor do céu quando nasce. Como se descrever quando se tem arte na alma?...”.


Mas, é preciso viver e o artista precisa criar...

Em 2020, Renata Strino, decidi publicar suas poesias e cria no Instagram um projeto exclusivo para mostrar sua arte que ela o chamou “Se a poesia flor semente” (@seapoesiaflorsemente).

A ideia do projeto surgiu no mês março e Renata tratou de juntar material e mais e mais poesias. Assim, no dia 23 de abril a escritora fez a primeira publicação de uma de suas poesias no seu perfil no instaram. A escolha do dia 23 de abril foi importante, pois neste mesmo dia comemora-se o Dia Mundial do Livro, instituído pela Unesco.

Renata submeteu seus textos a um processo seletivo de uma grande editora e só obterá respostas no mês de janeiro do próximo ano. Porém, a autora, está decidida a publicar seu livro independentemente (por conta própria) caso não seja selecionada neste processo. Quanto a isso já tem projeto definido. Será no primeiro semestre e terá somente suas poesias. Por outro lado, Renata Strino, vem idealizando um segundo projeto onde pretende lançar livros com outros gêneros literários, serão romances, contos e até livros infantis. 

Acredito que os amantes da literatura já estão ansiosos para ter em mãos, as futuras pérolas lançadas por Renata Strino. Mas, por enquanto, os leitores poderão ler poesias e outros textos lá no perfil da escritora no instaram.


Sinopse do conto “BREVEMENTE”:

...Foi num fim de tarde um tanto nebuloso que Luísa esbarrou nele, sem querer... Assim começa a reviravolta na história de Luísa. Uma mulher com seus quarenta e poucos anos que desistiu do sonho de cursar belas artes e se acomodou. Numa tarde comum, no entanto, esbarra com alguém que sacode sua vida. “BREVEMENTE” é um conto romântico leve e rápido de ler, nos mostrando que a vida é feita de momentos breves e únicos, como um encontro inesperado, capazes de transformar completamente o curso de nossas vidas. E sempre é tempo de recomeçar...

“Descobrira que a vida era feita de momentos breves e que acomodar-se era negar estes momentos e esperar a morte. Não queria esperar a morte. Queria viver, mas não somente. Queria deixar sua marca na vida, como o amor deixara nela, certo dia, com um esbarrão, brevemente. Eternamente.”


 



Contato:  @seapoesiaflorsemente

Link para adquirir a Antologia:

https://www.amazon.com.br/substância-dos-sonhos-outras-periferias-ebook/dp/B07B3PPPCN

Vídeos, lives, Saraus e bate papos literários:

Vídeo da poesia “Dá”:https://youtu.be/YqFobftV0ik

Vídeo feito para o Concurso Cultural Tâmara - Poemas para Depois do Amanhã:

https://youtu.be/Ue-TrTS1ReE

Live com a escritora Cris Ávila:

https://www.instagram.com/tv/CHGXz4-JMrx/?igshid=1065g5hgz0xkf

Bate papo com Gle Braga, do perfil literário @leiturasesonhos:

https://www.instagram.com/tv/CH1IyFznSv8/?igshid=1s72zj5b15bgu

Participação no @sarau_cósmico (do minuto 61 ao 141):

https://www.instagram.com/tv/CH1rUGSH9Rv/?igshid=2vifjaamwt9q

 

 

Fontes e Fotos: Renata Strino

 

 


Edição, Designer Gráfico e CopyDesk

Renato Galvão

Escritor, poeta e artista plástico.

No Jornal Alecrim assina três colunas;

Dicas de Atividades Culturais, Giro Pelo Mundo

e Histórias de Superação.

O MAR DE ARAL, O MAR QUE O "OURO BRANCO" SECOU.

Mar de Aral (Mar de Ilhas em português), apesar do nome, era o quarto maior lago do mundo. Um lago de água salgada que ficava localizado na Ásia Central. Com extensão de 68000 km², superfície de volume d'água de 1100 Km², profundidade aproximada de 80 metros e comprimento de 430 Km, banhando mais 1500 ilhas e os países  Cazaquistão ao norte e o Uzbequistão ao sul. Seu volume d'água era provido por dois principais rios da região: Syr Darya e Amu Darya. 

Em 1918, os soviéticos resolveram desviar grande partes das águas dos rios que alimentavam o Mar de Aral, para irrigar suas plantações de algodão. O desvio das águas dos rios Syr darya e Amu darya, não foi por questões de sobrevivência ou para o cultivo de alimentos como foi divulgado por anos nos meios de comunicação para tentar esconder ou justificar uma das maiores catástrofes ambientais provocadas pelo homem. O intuito era e sempre foi por questão financeiras e poder aquisitivo de uma nação que acabara de sair da 1ª Guerra Mundial. Naquela época o algodão era supervalorizado chegando a ser chamado "ouro branco". Sem os rios para abastecer o mar (de Aral), não só seu tamanho original foi diminuindo com o passar dos anos, como também, registrou-se o aumento de sua salinização, matando espécies marinhas e destruindo em definitivo sua biodiversidade. 

O Mar de Aral era um dos componentes que compunha a chamada Bacia Endorreica da Ásia Central, cujo suas águas alimentam os lagos da região ocidental asiática como o Mar Cáspio e o Mar Morto. Tendo como principais afluente os já citados rios Amu Darya e Syr Darya. Amu Darya é o rio de maior extensão da Ásia com sua nascente localizada nos montes Pamir no território do Tajiquistão. Percorria uns 2.500 km antes de desaguar no então fértil Mar de Aral. Já o rio Syr Darya nasce do encontro de outros dois rios ( Rios Naryn e Kara Daryan) e percorre 2200 km antes de desaguar no sofrido Mar de Aral. Assim acontecia até 1918. Esses rios, além de abastecer o Mar de Aral com seus volume d'água, também contribuíam e abasteciam com os recursos naturais, que elegeram o Mar de Aral como um indispensável reduto biológico em plena região desértica da Ásia Central, um verdadeiro oásis. 

Se os afluentes que abasteciam o Mar de Aral o haviam transformado num oásis. Por outro lado, por não ter saída para o mar, eles depositavam uma quantidade sais trazidos por suas águas e com o passar dos milênios, transformaram as águas do Mar de Aral salgadas. Mas, até então, era tudo regido pela natureza. Ai apareceu o homem que, já havia desviado o curso dos rios para irrigar suas plantações, instalando indústrias ao longo destes mesmos rios. Com a agricultura agressiva  extensiva e a industrialização ao longo dos rios, o Mar de Aral passou a receber de seus afluentes pesticidas, agrotóxicos e efluentes despejados por agricultores e indústrias nas águas dos rios, principalmente, após o término da 1ª Guerra Mundial. O resultado dessa agressão a natureza, ao passar do tempo, devido a concentração de poluentes e aumento da salinidade, reduziu a população de peixes e outras espécies de animais marinhos que  habitavam as águas do Aral, caracterizando assim, a grande perda da biodiversidade.

Cidades e População:

Com o elevado nível de poluição e a consequente desertificação do Mar de Aral, grande parte das cidades foram abandonadas e aqueles que nelas estavam procuraram outros caminhos ou cidades para morar, longe do que foi um dia um mar que provia trabalho e alimento. Aos que insistiram em ficar nas comunidades ribeirinhas, sofrem com sérias doenças, inclusive taxas elevadas de ocorrências de vários tipos de câncer. Essas taxas e doenças são consequências do elevado índice de metais pesados e substâncias tóxicas oriundas da areia do que um dia foi o fundo do Mar de Aral. Além disso, com a redução drástica do mar, que hoje conta com menos de 10% da antiga superfície que chegou a ter 1100 km² de volume d'água, o clima na região transformou-se em mais seco, invernos mais frios e verões mais quentes. Ventos extremamente quentes, nuvens e tempestades de areia, açoitam o que restou do Mar de Aral.

Providências?

Bom, em 1987 a redução do nível  de água recebida dos afluentes pelo Mar de Aral se tornou tão grande que bancos de areia surgiram dividindo-o em Mar de Aral do Sul e Mar de Aral do Norte. Embora o maior pico na redução de água tenha sido registrado em 1987, outros registros no período de 1960 a 2007  apontam redução com níveis elevados nos volumes d'água recebidos pelo Mar de Aral.

Visando amenizar os problemas causados na região de Aral, os governos locais se reuniram para traçar uma estratégia que devolva o Mar de Aral seu antigo nível de água fornecido pelos seus afluentes, segundo eles, melhorando os meios de irrigação mau executado e que, certamente, eles não admitem. Pasmem! Nada foi resolvido nesta reunião, pois o uso das águas do rio Amu Darya é utilizado em níveis altíssimo pelo Uzbequistão na indústria de algodão.

Em fim, em prol do "Ouro Branco" mata-se uma, outrora, fértil região.

 

Fontes: InfoEscola, bbcnews, National Geographic Portugal e Wikipédia

Fotos: Internet free 

Pesquisa e Texto: Renato Galvão




 


Cartas para Ele : Destinatário: Deus - Remetente: Brunna Caneschi

Você já se sentiu abandonado, injustiçado ou renegado? Já te aconteceu de admirar um fim de tarde ou uma bela manhã ou um lindo luar e constatar que diante de todas essas belezas, mesmo assim, você sente-se vazio? O que fazer quando nos chega à doença ou quando transformamos nossas metas e planos em ansiedade? A quem pedir socorro, com quem falar, com quem desabafar?

Na correria diária do mundo que vivemos, ninguém repara num rosto angustiado, sofrido, solitário perdido na multidão. Então só lhe resta, e ainda bem, voltar-se para o seu espírito, para sua alma, para sua essência, sua criação, seu Criador.

CARTAS PARA ELE, é um livro onde a autora (Brunna Caneschi) em sua procura, em seu desabafo, direciona cartas para o Grande Criador de tudo que nos cerca, de todos os universos criados no tempo e no não tempo. No momento em que tudo que ela acreditava desabou ao seu redor, quando lhe faltou o chão para apoiar os pés, quando então, constatou a sua fragilidade e necessidade de um elo maior entre criatura e Criador para socorre-la, conforta-la e consola-la, ela escrever-Lhe cartas e as respostas chegam-lhe, trazendo o sublime gesto do Criador a estender-lhe as mãos.

Uma história contada através de cartas de uma menina em construção de si mesma e desvendando seu próprio ser, escrevendo para Àquele em que mais acredita, pois precisa de um caminho para seguir. Fascinantemente, ela descobre que suas cartas são lidas e respondidas, que seus contos saem do coração do Divino e sua alma anseia por ter ainda mais intimidade com o Eterno. Trata-se de um livro composto por “... cartas que contam uma história que ninguém vê, mas todos sentem...”.

 

“... Ábba! Passei um longo tempo perdida. Entreguei meu coração e esperanças nas mãos dos homens, me deslumbrei com possibilidades inacabadas, me perguntei o porquê eu não posso ter, ser ou manter...”. Eis que neste instante de reflexão, a escritora se pergunta: “... o que tinha de errado comigo?...”, e acrescenta quase como uma súplica, a espera de uma resposta: “...tantas e tantas vezes Te perguntei...”. Mas, embora a resposta estava dentro de si mesma e sem entender, ela, continua sua carta: “... a resposta demorou, lágrimas incessantes rolaram pelo meu rosto...”, sua “...voz embargada, dor no peito, eu desabafo mais uma vez a Ti...”.

 

CARTAS PARA ELE, não se trata de um livro religioso ou ditado por uma religião, pois religiões são correntes inventadas pelo homem. O livro descreve o momento, o instante, a dádiva do encontro da criatura com o seu Criador, onde se obtém as generosas, amorosas e confortantes respostas para todos os nossos sofreres, sejam estes do corpo ou da alma. Observe...

“... e depois de Te dizer tudo, você com todo o amor de Pai, vem me dizer que: _ A culpa não é sua! Você não tem nada de errado! Continue sendo quem você é; mas, deposite seu coração e esperanças em Mim. Guarda teu coração pequeno e esfolado! E Eu te mostrarei que a cada pequeno passo juntos, Te ajudarei a segurar a barra...”.

Os momentos e instantes sofridos descritos nas cartas que a autora Brunna Caneschi expõe em súplicas ao seu Criador, nos revela a unidade entre criatura e Criador. Nos faz refletir que todos os males, sejam este do corpo ou do espírito, são curados com amor e bondade quando nos tornamos uno com o Criador e assim, somos recompensados pela imensidão amorosa Daquele que nos conhece muito antes de ter nos dados a vida terrena, muito antes do sopro da vida.

“... Eu segurei sua mão quando suas recaídas fizeram-na culpar-se novamente. Eu usarei escritores para te curar, Te farei encontrar luz em meio ao caos, Te (mostrarei) meios de me encontrar, colocando a vontade no seu coração de conhecer-Me, de vir até (a) Mim. Filha, tu tens o meu colo sempre...”  

Baseei-me apenas na carta 02 para escrever essa matéria para vocês, porém já havia lido parte do livro e nesta semana o li até o final. Confesso que muito me foi confortante e prazeroso ler estas cartas. Posso até dizer que foi um grande aprendizado para minha vida.

Acredito que, Brunna Caneschi, ao escrever as primeiras palavras de seu desabafo para compor sua carta inicial, não mensurava a importância que suas cartas à Abba teriam para outros tantos sofridos por esta vastidão mundial. Mas, e graças a Deus por isso, sua conectividade com Abba lhe fez entender a importância de suas palavras como testemunho do infinito amor de nosso Criador. Este testemunho fica claro quando se ler a nota acrescentada pela autora no final do livro (página 173).

“... quero que você saiba que existe alguém sentindo o mesmo que você, existe alguém que passou o mesmo que você, existe alguém que está sentindo a mesma dor que você. Não estais sozinho (a). Assim como decidi escrever este livro para compartilhar meus sentimentos e experiências, você pode fazer o mesmo, confessando seus sentimentos à Abba. Ele te ama mais que qualquer pessoa que já existiu nessa Terra. Sei que se você abrir seu coração para Ele, quem sabe escrever-Lhe algumas cartas, Ele vai te responder, saciar sua sede, preencher seu vazio como fez comigo. Mas, não pense que sou especial por isso, Ele considera-me do mesmo jeito que te considera, todos somos especiais. Eu desejo que você O encontre e O conheça do fundo de meu coração. Você consegue. Não desista!...”

CARTAS PARA ELE descreve o poder do amor Divino transformando fracos em fortes. O livro é uma mostra de superação, visto que, perdida a criatura em seus caminhos terrenos e espirituais, busca às mãos de seu Criador e quando a conectividade acontece, num elo engendrado pelo amor, o círculo espiritual criatura/Criador se fecha, refazendo assim, o elo perdido.

As cartas escritas ao seu Criador pela autora, é o reconhecimento, o agradecimento, a constatação, a prova máxima de que tudo poderá ser resolvido enquanto carne, enquanto espírito, que não há males que possam açoitar o corpo e a alma daquele que se torna uno, que se entrega, que se integra ao seu Criador. Não há outro caminho para a superação individual ou espiritual que não seja ligado pelo forte elo do amor entre criatura e Criador. 

Nota do Editor: “ABBA ou ÁBBA é um vocábulo que significa PAI em várias línguas semíticas. Pode ser também descrito como “AB” ou “ABA”. É utilizado corriqueiramente na língua aramaica para referir-se carinhosamente ao genitor, mas adquiriu um significado sagrado para algumas religiões. Entre os cristões, por exemplo, é utilizado para designar Deus Pai, aparecendo quatro vezes no Novo Testamento (Marcos 14:36; Mateus 26:39; Romanos 8:15 e Gálatas 4:6), com a devida tradução grega”. (Wikipédia).


Contatos Brunna Caneschi: https://linktr.ee/bcaneschi

 

Fonte e Fotos: Brunna Caneschi (Autora)


 Coluna: História de Superação


 

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