Casa de Portugal - Intramuros 06
CASA DE PORTUGAL 3 DE JUNHO
DE 2026
Neste
fim de semana, 30 de maio, tivemos mais um Torneio Relâmpago no nosso Salão de
Sinuca.
Completaram
o pódio: em 3º D10 e 4º Aroldo.
Aos
aficionados, apreciadores e jogadores de Sinuca, fiquem sempre alerta, como os
Escoteiros, que os torneios Relâmpagos acontecem sem nenhum aviso nem previsão!
Parabéns
aos vencedores e vamos prestigiar nosso Salão de Sinuca, considerado por
profissionais do esporte um dos melhores do Estado do Rio de Janeiro!
Semana
que vem dias 12, 13 e 14 de junho teremos o Grande Evento, em parceria com a Feso/Proarte:
O Festival Luso Serrano !
No
dia 12 começa o Festival no Teatro da Feso com um recital do Sexteto Proarte,
antecedido por uma degustação de vinhos portugueses no Foyer do Teatro!
Horário:
a partir das 19 horas.
Os
ingressos já estão à venda no Sympla.
Simplesmente
imperdível!
Principalmente
para aqueles que ainda não conhecem o fabuloso Teatro da Feso.
Um
teatro de Padrão Internacional aqui mesmo em Teresópolis!
A
Feso e a Proarte tornando-se, cada vez mais, o nosso Farol da Cultura em Teresópolis!
Uma
excelente opção para comemorar o dia dos namorados!
Nos
dias 13 e 14 teremos a Feira de Arte, gastronomia, artesanato tersopolitano,
contação de histórias, muita leitura e atividades pra criançada!
A
turma do ALECRIM estará presente com seu projeto Kombiteca Samburá de Histórias!
Evento totalmente gratuito.
No dia
14 haverá O Almoço da Comunidade Portuguesa, com festival de risotos,
degustação de vinhos, e com a participação do Rancho Camponeses de Portugal, a
Fadista Amanda Botelho Mendes e o Sexteto Proarte.
Para
reservas e mais informação entre em contato com a nossa secretaria,
pessoalmente ou pelo telefone 2742 1505.
MARIANA
PETTERSEN
Você
já conhece a Mariana Pettersen?
Pois
é, temos entre nós uma associada e Campeã Internacional de Tênis e que muitos
não sabíamos!
Conseguimos
um encontro excelente com Mariana nesta semana, quando tivemos o privilégio de
ouvi-la contar sua trajetória no esporte.
Como
é uma história clássica de vencedores, rica em aventuras, vitórias e derrotas,
muito aprendizado e grandes exemplos de ética e comportamento esportivo,
resolvemos contá-la a vocês em dois capítulos. Hoje começa o capítulo primeiro:
da sua infância à faculdade.
MARIANA - A Saga – Cap.I
Intramuros
– Conte-nos sobre a sua trajetória no Tênis
Mariana - Comecei
no Tênis lá por volta dos onze anos, por pura casualidade, se posso dizer
assim, pois assistindo às Olimpíadas me encantei com o Judô e queria mesmo e sonhava
em dar um IPPON!
Como minha mãe não encontrou
aulas de Judô me colocou para jogar tênis!
Comecei lá no Golf Club com
o nosso professor Fabio Carregal.
E conheci o Clayvert, meu
amigo e incentivador, quando jogávamos aqui na Casa naquela quadrinha antiga de
cimento, quando ele começava a trabalhar junto com o Carregal.
Já se vão 30 anos do
primeiro momento...
Intramuros –
Foram 30 anos consecutivos?
Mariana –
Não. Joguei dos onze aos dezessete anos, quando entrei para a faculdade. Graduei-me
em Comunicação e sou bacharel em Cinema, e aí dei uma parada com o tênis.
Intramuros – E
estás atuando na área de cinema?
Mariana –
Não. Acontece que depois que terminei a faculdade comecei a pensar no que eu
queria para minha vida e fiz algumas investidas, até pensei em fazer jornalismo,
pensando no jornalismo esportivo, pois sempre fui amante dos esportes... mas na
verdade eu gosto de planejar e programar minha vida e o cinema não oferece essa
condição de regularidade; uma hora você está aqui outra ali e nunca sabe qual será
o próximo passo. Eu queria algo firme, sólido que eu pudesse contar. Uma colega
minha de faculdade havia feito concurso e passou para o Banco do Brasil. Aquilo
me chamou atenção e resolvi tirar um ano para estudar para concurso.
Intramuros – E
aí passou?
Mariana –
Passei sim, para o Banco Central, onde estou ativa até hoje.
Intramuros – E
neste hiato onde ficou o Tênis?
Mariana –
Quando fui para Brasília até levei minhas raquetes... mas não rolou... Lá como
não jogava tênis, comecei como alternativa, a fazer mountain bike e a correr.
Comecei aos poucos e no final já estava participando de Maratonas!
Intramuros – E
quando você volta a investir no tênis outra vez?
Mariana –
Em 2009 eu volto e fico no Rio de Janeiro, para trabalhar lá.
Eu nunca deixei de me
interessar pelo tênis, sempre acompanhando. Só não jogava. Aí fui assistir ao
Miami Open, lá na Florida, para ver meu ídolo jogar - o Djokovic!
Não
percam o próximo capítulo!
Do retorno ao tênis and around
the world!!






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